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Colesterol alto: sintomas, causas e tratamento

Colesterol alto: sintomas, causas e tratamento

Diferente do que muitos acreditam, o colesterol não se forma apenas por meio da alimentação: apenas 30% é originado daquilo que se come. O restante, 70%, é produzido pelo próprio organismo. Trata-se de um álcool policíclico, presente no organismo de todos os animais, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo. Mesmo sendo natural e produzido pelo próprio organismo, o colesterol alto pode provocar graves riscos para a saúde. Dentre eles, estão o acúmulo de placas de colesterol nas paredes das artérias. Além disso, índices elevados de colesterol são fatores de risco para doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (AVC). Neste post, aprenderemos mais sobre o assunto. Acompanhe!

O que saber sobre colesterol

O colesterol é uma substância que não se mistura no sangue. Para se transportar, utiliza as lipoproteínas, que são classificadas de acordo com a sua densidade, ou seja, sua capacidade de adesão.

HDL — High Density lipoprotein

Conhecido como “colesterol bom”, o HDL possui uma densidade alta e, com isso, retira a gordura das artérias e as leva para o fígado para a eliminação. Ter níveis altos de HDL no organismo significa menos chances de desenvolver doenças.

LDL — Low Density lipoprotein

É o tipo ruim, pois se prende nas artérias e promove a formação de aterosclerose, além de ser fator de risco para outras patologias.

Sintomas de colesterol alto

Níveis altos de colesterol são um problema silencioso. Isso significa que, quando ele é percebido, o estágio encontra-se avançando, colocando outros órgãos em risco. Entretanto, alguns sinais clínicos podem ser percebidos quando o nível do colesterol é extremamente elevado, como o surgimento de xantelasmas e arco córneo.

Causas conhecidas

Uma série de fatores estão associados ao alto nível de colesterol no sangue. Por isso, além da alimentação, é importante ficar atento:
  • ao consumo excessivo de álcool;
  • à hipercolesterolemia familiar, quando a causa possui origem hereditária;
  • a diabetes descontrolada;
  • à insuficiência renal;
  • a problemas na glândula de tireoide;
  • ao uso de anabolizantes;
  • à obesidade;
  • ao sedentarismo.

Tratamentos disponíveis para o colesterol alto

Níveis elevados de colesterol podem ser tratados com medicamentos. Entretanto, é essencial que haja uma mudança no estilo de vida. Isso porque, a adoção de hábitos saudáveis pode diminuir o colesterol LDL sem o auxílio de medicamentos.

Adote uma alimentação saudável

Evite alimentos gordurosos, principalmente os de origem animal, frituras, processados, açúcares e o consumo de bebidas alcoólicas. Prefira o ingerir grãos integrais, carnes magras, suco de uva, frutas e verduras.

Faça atividade física

A prática de exercícios físicos é importante porque, além de controlar os triglicérides, aumenta os níveis de HDL. No entanto, é necessário que o médico avalie quais medidas serão necessárias, de acordo com cada caso. O uso de medicamentos é indicado em níveis muito altos de colesterol, principalmente para pacientes que possuem origem hereditária. O colesterol alto deve ser controlado, pois é uma porta aberta para problemas graves de saúde. Por isso, fique atento, principalmente se você for sedentário e possui uma má alimentação, procure um médico para verificar como está a sua saúde. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter. Ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.
Posted by Dr. André Navarro in Todos
5 práticas para manter a saúde do coração

5 práticas para manter a saúde do coração

De acordo com índices divulgados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), mais de 30 milhões de brasileiros sofrem com hipertensão e quase a metade nunca foram devidamente diagnosticados. Essa é uma situação que pode ser evitada se os cuidados com a saúde do coração começarem desde cedo. O número de óbitos, devido a doenças cardiovasculares, tem aumentado constantemente no país. Hoje, as enfermidades do coração são responsáveis por cerca de 30% de todas as mortes no Brasil. O sedentarismo e o sobrepeso são os principais fatores de risco. A falta de atividade física contribui, sobretudo, para o acúmulo de gordura corporal. Com o excesso de peso, a gordura começa a se acumular no organismo, sobrecarregando o funcionamento de órgãos vitais, como o coração. Ao pensar em cuidar da saúde do coração, o primeiro caminho é manter os fatores de risco sob controle. Além do sedentarismo e obesidade, ainda há alguns hábitos pouco saudáveis que precisam ser atenuados. Neste post, conheceremos 5 práticas que ajudam a manter o coração saudável e devem ser seguidas desde cedo. Confira!

Como manter a saúde do coração

1. Mantenha o peso controlado

O excesso de peso traz consigo consequências graves para a saúde de um modo geral. Além de ser diretamente ligada a casos de doenças cardiovasculares, ainda contribui para a diabetes tipo 2 e problemas ortopédicos. Ainda, favorece o acúmulo de gordura nas artérias e órgãos vitais, como fígado. O metabolismo do colesterol fica prejudicado, assim como a circulação sanguínea, essencial para o funcionamento adequado de todos os sistemas do corpo humano.

2. Pratique atividades físicas regulares

Exercícios físicos atuam positivamente no controle dos níveis de colesterol e açúcar no sangue. Além disso, auxiliam para manter a pressão arterial nos níveis considerados saudáveis. Acredita-se que os estímulos causados pelo movimento ajudam a limpar as células do corpo, facilitam a circulação do oxigênio e o funcionamento do sistema linfático. A indicação é que seja realizado, pelo menos, 30 minutos de atividades físicas por dia. Entretanto, é necessário consultar um profissional da saúde antes de começar a prática para receber as indicações corretas.

3. Tenha atenção com a alimentação

Alimentação saudável é imprescindível, tanto para manter a saúde do coração quanto do organismo como um todo. A dica é optar por alimentos ricos em gorduras do bem, como o abacate, azeite e amendoim. Folhas, legumes e frutas também são muito importantes para o cardápio, pois contêm altos teores de vitaminas e minerais que fortalecem o organismo e ajudam no combate à obesidade. Ainda, alimentos que contêm fibras, contribuem para manter a saciedade por mais tempo, logo, são importantes aliados no controle do peso.

4. Consulte o cardiologista com frequência

Se engana quem acha que visitas ao cardiologista precisam ser feitas apenas quando já existe algum problema no coração. Algumas doenças cardiovasculares não apresentam sintomas no início e, quando aparecem, o quadro nem sempre pode ser reversível. Esse é o caso da dislipidemia, que aumenta consideravelmente o risco de obstrução das artérias, levando ao infarto do miocárdio. Lembre-se que, check-ups frequentes previnem o surgimento de doenças e ajudam a diagnosticar outras precocemente, evitando complicações.

5. Siga hábitos de vida saudável

O excesso de fast food e comidas extremamente industrializadas desestabilizam todo o funcionamento do organismo. Esse tipo de alimento possui quantidades desnecessárias de açúcar, sal e conservantes. Além disso, exagerar no consumo de álcool, além de lesar o fígado, pode causar insuficiência cardíaca. O etanol, presente nas bebidas alcoólicas, está diretamente associado ao bloqueio das artérias e ao surgimento de doenças como arritmia e miocardiopatia alcoólica. Por último, mas não menos importante, para manter a saúde do coração, evite o tabagismo. As substâncias presentes no cigarro sobrecarregam o funcionamento do órgão e promove o estreitamento das artérias. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.
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Sedentarismo e obesidade: os riscos para o coração

Sedentarismo e obesidade: os riscos para o coração

O número de pacientes no mundo com doença cardiovascular só cresce. Isso acontece devido aos novos hábitos de alimentação e estilo de vida adotados pela população nas últimas décadas. Estima-se que, só em 2015, mais de 17 milhões de pessoas foram a óbito em consequência de problemas cardiovasculares. A boa notícia é que grande parte dos efeitos dessas doenças podem ser evitados, sobretudo, controlando o sedentarismo e obesidade. Doença cardiovascular representa um conjunto de patologias que afetam o coração e os vasos sanguíneos. Só para exemplificar, é possível citar a doença coronariana, trombose venosa profunda, infarto, hipertensão e arterioesclerose. Em geral, ocorrem em decorrência do acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos, situação que prejudica o fluxo ideal de sangue e seus nutrientes para as outras partes do corpo, em especial, o cérebro e o coração. Neste post, aprenderemos um pouco mais sobre o tema. Confira!

Como evitar doença cardiovascular?

A principal forma de evitar as doenças cardiovasculares é por meio do controle dos fatores de risco. Existem dois grupos:
  • os não modificáveis, que incluem idade, sexo e genética;
  • os modificáveis, que englobam os comportamentos e hábitos de vida, tais como o sedentarismo e obesidade.

O que é obesidade?

A obesidade é considerada doença crônica, definida como o excesso de gordura corporal provocada por diversas condições, tanto genéticas quanto ambientais. Histórico familiar, distúrbios psicológicos e, principalmente, ingestão calórica inadequada são os motivos preponderantes do sobrepeso. O indivíduo que possui índice de massa corporal (IMC) maior que 30 é classificado como obeso e integra o grupo de risco para diversas doenças crônicas.

O que é sedentarismo?

Uma das palavras mais utilizadas quando o assunto é o aumento do risco de desenvolver doenças, o sedentarismo é a ausência de exercícios, que envolvem esforço físico de maior ou menor intensidade, de modo regular. A pessoa sedentária realiza, somente, atividades que não elevam o seu gasto energético.

Por que sedentarismo e obesidade são um risco para o coração?

Primeiramente, a falta de atividade física e o excesso de peso estão diretamente associados ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, assumindo o posto dos principais fatores de risco. Isso porque eles contribuem ativamente para o aumento da quantidade de lipídeos na corrente sanguínea. O sedentarismo intensifica o ganho de peso e, desse modo, o armazenamento de gordura nas células adiposas. Quando a capacidade de armazenar gordura da célula chega no limite, o fígado começa a desempenhar esse papel também. O acúmulo de gordura no fígado prejudica a metabolização dos níveis de colesterol LDH e HDL, acarretando graves consequências para o funcionamento do sistema circulatório. A propensão para problemas no coração decorre do desequilíbrio dos níveis de pressão arterial, lipídios no organismo e resistência à insulina. Tanto a falta de atividade quanto o sobrepeso, elevam a intolerância das células do corpo à ação da insulina, acumulando açúcar no sangue. Assim como problemas no coração, ainda pode ocorrer predisposição a diabetes. Sedentarismo e obesidade não só favorecem o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como aumentam o risco de diversas outras doenças crônicas, como diabetes e, até mesmo, câncer. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.
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Desmaio: entenda quais são as principais causas

Desmaio: entenda quais são as principais causas

O desmaio é uma condição clínica corriqueira, que afeta com mais frequência mulheres jovens, portadores de doenças do coração e pessoas idosas. A síncope, como também é conhecido, caracteriza-se pela ausência súbita e temporária da consciência e perda da capacidade de se manter em pé. A recuperação da consciência e dos movimentos, geralmente se dá de forma espontânea. É possível ocorrer desmaios repentinos, sem que o corpo emita nenhum sinal previamente. Entretanto, momentos antes do desmaio, a pessoa costuma sentir vertigem e sensação de tontura. Ainda, há suor frio, náuseas, ânsia de vômito, visão turva, pulso fraco e outros sintomas. Isso acontece porque, em boa parte dos casos, o fluxo de sangue do cérebro é interrompido, provocando essas alterações. Neste post, compreenderemos um pouco mais sobre o tema. Acompanhe!

Quais as possíveis causas do desmaio?

Existem diversos fatores clínicos ou não que levam ao desmaio. É indispensável que o diagnóstico seja realizado corretamente, já que, o fato em si, é apenas um sintoma. Muitas vezes, a pessoa não dá a devida importância e não procura ajuda médica. Por trás do desfalecimento aparentemente inofensivo, pode estar alguma doença coronária, por exemplo. Diante do quadro apresentado, o médico vai identificar a causa considerando a história do paciente, exames clínicos e de imagem e, caso necessário, até mesmo exames neurológicos.

Problemas cardiovasculares

Os problemas no coração configuram um grande rol de potenciais doenças que levam ao desmaio. Arritmia, infarto, alteração nas válvulas cardíacas são bons exemplos. Essas doenças, cada uma com suas implicações, impactam no funcionamento do sistema circulatório, atrapalhando o sangue de levar oxigênio para diversas partes do corpo, inclusive o cérebro.

Distúrbios metabólicos

Diversas são as alterações metabólicas que podem desencadear um desmaio. A desidratação é uma causa bem comum, assim como a hipoglicemia, que é a baixa de açúcar no sangue. A hipoglicemia pode ocorrer em pacientes diabéticos, com a glicose descontrolada, e em situações de jejum prolongado, por exemplo. O cérebro necessita do açúcar para o seu funcionamento adequado, quando os níveis no sangue não são suficientes, a perda da consciência é uma das consequências.

Síncope vasovagal

A síncope vasovagal é caracterizada pela ativação do nervo vago nas circunstâncias em que a pessoa sente fortes emoções, como dor intensa. Quando o nervo vago é ativado, os vasos sanguíneos se dilatam, dificultando o retorno para o coração e consequente diminuição dos batimentos cardíacos. Imediatamente, a pessoa se sente desfalecendo. É o que acontece, por exemplo, com alguém que desmaia após ver sangue.

Gravidez

É bem comum uma mulher descobrir a gravidez após um episódio de desmaio. As alterações hormonais ocorridas durante a gestação são frequentes causas do desfalecimento.

Outros fatores

Os desmaios, ainda, podem ter causa idiopática. Isso quer dizer que é desconhecida. Além das citadas acima, podemos elencar também:
  • uso de medicações, sobretudo diuréticos ministrados em grandes doses;
  • transtornos psicológicos, como ansiedade e pânico;
  • levantar-se abruptamente;
  • baixa repentina da pressão arterial provocada por longa exposição em locais quentes ou abafados.

Como tratar ou evitar o desmaio?

O desmaio não é doença. Portanto, o tratamento depende da causa do sintoma. Ao presenciar um caso de síncope, a orientação é que se deve checar a respiração da pessoa e, se houver supressão da respiração, é preciso ligar para o serviço de urgência da cidade. Em casos leves, a volta da consciência acontece sem que seja necessária nenhuma intervenção. Levantar as pernas da pessoa desmaiada auxilia o fluxo sanguíneo, ajudando a pessoa a se sentir melhor mais rapidamente. Após a pessoa voltar do desmaio, a recomendação é que um médico seja procurado imediatamente para investigar a causa e tratar a doença. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.
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Dor no peito: quais são as possíveis causas?

Dor no peito: quais são as possíveis causas?

Dor no peito é uma sensação muito comum. Quem nunca teve, com certeza, conhece alguém que já passou por isso. O alerta que o sintoma gera é fácil de entender. A dor é frequentemente associada a doenças do coração, sobretudo, infarto e angústia, sinal de que algo não vai bem. Contudo, não são somente as patologias de origem cardíaca e psicológicas que provocam o sintoma. A Universidade De Michigan, nos EUA, realizou um estudo, nos anos 2000, em 400 pessoas que sentiam dores recorrentes no peito. Desse total, apenas 44 eram portadoras de alguma doença cardíaca. Na maior parte, a causa da dor era desconhecida, de origem esofágica ou muscular. As dores podem ter intensidade variada conforme a origem. Quando advindas das doenças cardíacas, lembram um aperto e uma  pressão no peito. À medida que a pessoa pratica exercícios físicos ou passa por algum estresse, a intensidade aumenta. Ainda, pode irradiar para outras áreas do corpo, como ombros e braços. Se a dor não é de origem cardíaca, não se propaga para outras partes do corpo. Dessa forma, é percebida apenas no peito e não aumenta de intensidade por motivos emocionais. Continue a leitura do  post e entenda um pouco mais sobre o assunto!

Causas de dor no peito

Os motivos, como citado anteriormente, podem abarcar diversas situações e patologias. Descreveremos aqui as principais causas de dor no peito. Acompanhe! Dores no peito sentidas no lado direito:
  • pericardite — inflamação da membrana que envolve o coração, chamada de pericárdio. Inicialmente, é uma dor forte no peito, que vai se espalhando para as costas com o passar do tempo;
  • problemas na vesícula biliar —  tanto a pedra na vesícula quanto a inflamação do órgão desencadeiam dores no peito. Normalmente, também é sentida na barriga e no ombro do lado direito;
  • inflamações no estômago, fígado e pleura — a gastrite, pleurisia e hepatite, frequentemente, causam o sintoma.
Dores no peito sentidas do lado esquerdo:
  • arritmia cardíaca — quem sofre com arritmia, além das dores no peito, também sente falta de ar, tontura e fraqueza. Essa doença é caracterizada pelos batimentos cardíacos desordenados. Logo, há perigo de órgãos, como cérebro e coração, não receberem quantidades suficientes de sangue;
  • infarto — primeira causa apontada como origem de dores no peito pela população em geral. Nesse caso, a dor vem acompanhada por falta de ar, suor frio, náuseas e dormência no ombro e braço esquerdos;
  • arteriosclerose — essa doença causa a rigidez da parede das artérias devido à aglomeração de gordura no interior desses vasos. A arteriosclerose, além de dores no peito, também aumenta a pressão arterial.

Outras causas existentes de dor no peito

Muscular

Boa parte das dores no peito é de origem muscular. Isso quer dizer que pode ser sinal de danos ou fraturas nos músculos, tanto quanto infecções ou tosse.

Doenças pulmonares

É comum que, ao respirar, pessoas com infecções no pulmão e obstrução das artérias pulmonares sintam dor nessa região. O câncer de pulmão também causa o mesmo sintoma. Além deles, ainda pode haver inchaço na ponta dos dedos, tosse e hemoptise.

Emocional

Não apenas ataques de pânico, mas também crises de ansiedade e estresse são desencadeadores desse problema. A sensação pode vir como um aperto e dificuldade de respirar.

Problemas no sistema digestivo

O refluxo gastroesofágico e úlceras gástricas, quando fazem o esôfago dilatar e contrair, acabam produzindo a dor no peito. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.
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O que é dislipidemia?

O que é dislipidemia?

A dislipidemia é considerada um distúrbio provocado por alterações nos níveis de gorduras no sangue — lipídeos, especialmente em se tratando dos triglicerídeos e do colesteróis.

O colesterol tem uma atuação importante em funções e processos bioquímicos do organismo. Sem esses lipídeos a vida dificilmente poderia se desenvolver.

O problema é que a dislipidemia provoca mudanças, levando ao excesso dessas gorduras e, consequentemente, constituindo um dos mais evidentes fatores de risco da aterosclerose.

Neste post, conheceremos mais sobre o tema. Acompanhe!

Como a dislipidemia atua?

A “placa de gordura” provocada por essa condição costuma se iniciar com um processo inflamatório na parede da artéria e esta facilita a entrada do colesterol para o interior da parede. Quanto maior o colesterol, maior será o acumulo deste nas artérias.

A aterosclerose, nome dado a doença de quem tem as placas de gordura nas artérias, tem sua gravidade associada a fatores
de risco como o nível alto do colesterol, diabetes, tabagismo e
hipertensão arterial.

Algumas placas evoluem como piora da inflamação, podendo se romper, formando um coagulo na artéria e causando o infarto ou derrame. Outras evoluem mais estáveis, crescendo e enrijecendo, sendo mais difíceis de romper, levando a uma doença mais crônica.

Quais os tipos de dislipidemia?

O distúrbio é categorizado em dois tipos, sendo essas variações as seguintes:

  • primária: quando a origem é genética, mas pode sem intensificada por alguns fatores, como maus hábitos alimentares, tabagismo e sedentarismo;
  • secundária: nesse caso, o surgimento está associado há uma série de outros problemas , como obesidade, diabetes, hipotireoidismo, doenças crônicas do fígado, tabagismo, insuficiência renal crônica, ação de algumas medicações, entre várias outras.

Quais são os principais sintomas?

De uma maneira geral, essa condição clínica é uma doença assintomática e, não raro, a sua detecção acontecer quando já está muito avançada. Porém, quando os sintomas aparecem, o paciente precisa ficar alerta e buscar auxílio médico.

Os sintomas costumam variar entre uma forte dor no peito, podendo chegar até mesmo a um infarto do miocárdio, insuficiência vascular periférica e acidente vascular cerebral, também conhecido como derrame.

É importante destacar que, todas as situações descritas acima são complexas, graves e podem ser causadoras de sequelas, sendo que, em muitos casos, o paciente tem uma perda significativa de sua qualidade de vida. Além disso, ainda há o risco iminente de morte.

Sendo assim, somente uma avaliação clínica, feita com o médico especialista, por meio de exames de sangue específicos, é que pode detectar possíveis anormalidades nos níveis de lipídios antes mesmo que qualquer sintoma seja evidente.

Qual a prevenção?

Um dos fatores de maior peso é a alimentação, pois ela está relacionada diretamente com os níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue. Ainda, por ser de fácil adaptação e mudança, ela é uma ótima ferramenta para a prevenção da dislipidemia.

Sendo assim, mudar e adotar hábitos alimentares, por meio da medicina preventiva, é a forma mais simples de prevenir, controlar e impedir o desenvolvimento dessa doença. Além disso, uma dieta saudável é fundamental para o bom funcionamento de todo o organismo.

É importante trabalhar a prevenção desde cedo, pois a dislipidemia surge aos poucos, mas, com o passar do tempo, pode provocar danos significativos ao organismo. E lembre-se: além trazer para a vida diária hábitos mais saudáveis, é fundamental manter a rotina de visitas ao médico especialista!

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Como prevenir doenças cardiovasculares

Como prevenir doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes ao redor do mundo. Atualmente, a preocupação é cada vez mais uma questão de saúde pública, especialmente devido ao comportamento prejudicial adotado por boa parte da sociedade moderna em direção ao sedentarismo.

Dentre os problemas mais comuns que são causados por doenças relacionadas a questões cardiovasculares, temos enfermidades como aneurisma da aorta, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio.

Como vimos, as consequências são sérias e graves. Por outro lado, com ações e atitudes simples no dia a dia é possível reduzir significativamente as chances de a pessoa ter algum problema relacionado.

Neste post, selecionamos algumas dicas sobre se prevenir. Acompanhe!

Dicas para prevenir doenças cardiovasculares

Tenha uma alimentação saudável

Cada tipo de alimento tem um papel importante e específico em nosso organismo. Como não existe nenhum que forneça tudo o que o corpo precisa, é necessário tomar cuidado para ter uma alimentação mais equilibrada possível.

Além disso, deve haver consciência de que, na alimentação, o que importa é a qualidade e não a quantidade do se come. Sendo assim, verduras, frutas e legumes precisam estar presentes nas principais refeições do dia.

Evite o tabagismo

Quem fuma, apresenta muito mais riscos de desenvolver algum problema cardiovascular, além dos cânceres e enfisema. O ponto-chave aqui é a presença de determinadas substâncias, que fazem com que as artérias acabem se “estreitando” e isso pode levar ao aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca.

Apesar de ser um pouco difícil parar com o vício, a parte mais interessante é que, após 36 meses sem as substâncias presentes no cigarro no organismo, os riscos de desenvolver alguma doença caem pela metade quando comparado a um não fumante!

Faça exercícios físicos

Atividades físicas são importantes para todo o funcionamento do corpo, mas quando o assunto são doenças cardiovasculares, trata-se de um excelente meio de prevenção. Trinta minutos de exercícios por dia, praticados de forma moderada, já trazem grandes benefícios para o organismo.

É claro que existem aquelas pessoas que não gostam, porém, a dica é pesquisar e experimentar um pouco. Atividade física não é somente aquela feita somente na academia, pode ser uma caminhada ao ar livre, um passeio de bicicleta, natação, tênis e tantas outras modalidades. Com certeza, há uma que se encaixa perfeitamente ao perfil da pessoa.

Mas atenção: antes de começar qualquer atividade é muito importante consultar um médico e procurar orientação de um educador físico. Assim, será possível começar do jeito certo e com toda a segurança.

Cuide do peso

Esse tópico conversa com o anterior, mas vamos entender um pouco melhor os agravantes. As doenças cardiovasculares têm seus quadros mais complexos quando a pessoa é obesa. O principal motivo para isso é que, além de estar acima do peso, é provável que ela ainda tenha uma série de complicações devido à sua condição, como diabetes e colesterol alto.

A melhor forma de prevenção de doenças cardiovasculares é manter uma rotina de visitas ao médico. Com isso, qualquer alteração no organismo será identificada logo no início e o tratamento será feito de forma mais eficiente!

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Arritmia cardíaca na gravidez: por que acontece?

Arritmia cardíaca na gravidez: por que acontece?

A gravidez é um período lindo, porém, traz consigo algumas reações corporais novas para as mulheres. É o caso das arritmias cardíacas. Muitas grávidas percebem que o coração que bate mais rápido, mesmo quando se está em repouso. Isso acontece porque esse órgão trabalha até 60% a mais quando a mulher está em período gestativo.

Durante a gestação, algumas doenças que surgem no corpo da mulher a acometem de forma mais grave do que o normal. Isso não é diferente para a arritmia cardíaca, entre outros problemas relacionados como hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca. Nesses últimos casos, o sangue pode ter “dificuldade” para chegar até a placenta, acarretando riscos para o feto, além de riscos para a mãe como infarto, acidente vascular cerebral e problemas renais.

Por que acontece a arritmia cardíaca?

A arritmia na gravidez é a doença cardíaca mais frequente e menos perigosa para a vida da mulher e do feto. Ela acontece porque, durante a gravidez, a quantidade de sangue bombeada pelo coração por minuto aumenta em até 50%. Há cerca de 2 litros de sangue a mais circulando pelo corpo da mulher para que o feto consiga obter mais nutrientes e oxigênio através da placenta. Nesse contexto, a frequência cardíaca em um período de repouso, pode chegar a 100 pulsações por minuto.

O que fazer?

É importante ressaltar que, para as mulheres que já possuem algum problema cardíaco antes da gravidez podem sofrer uma piora da condição. Já as que são plenamente saudáveis irão sentir mais palpitações, cansaço ou fadiga quando fizerem algum esforço físico mais intenso.

Por isso, o recomendável é procurar antes um cardiologista, já que muitos pacientes desconhecem que têm algum problema cardíaco. Então, um check-up é necessário antes da gravidez para que o médico acompanhe com cuidado as alterações cardíacas da paciente.

Apesar disso, é preciso esclarecer que o coração de uma mulher gestante passa a ser mais “forte” nesse período. Isso ocorre justamente para aguentar o aumento do ritmo cardíaco natural da gestação. Por isso, não há motivo para pânico ou decidir ficar sedentária, por exemplo.

Cuidado com a alimentação e peso

Além do check-up e acompanhamento cardíaco, outros fatores podem influenciar na saúde do coração da mulher nesse período. Por a mulher grávida também ter um aumento do volume de líquido no organismo (volume plasmático), as hemácias que transportam oxigênio para o sangue tendem a diminuir de tamanho, aumentando o risco de uma anemia. Por isso, o ferro e as vitaminas devem ser reforçadas nesse período.

Porém, é preciso tomar cuidado para não ganhar muito peso para não haver sobrecarga no músculo cardíaco, fazendo o coração trabalhar mais e provocar problemas como a arritmia. O ideal é engordar, no máximo, 10 quilos durante a gravidez.

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Quando o cansaço pode ser um alerta do corpo

Quando o cansaço pode ser um alerta do corpo

Quando as saúdes física e mental não vão bem, o organismo emite sinais. Algumas vezes, isso acontece quando o problema ainda está na fase inicial. Em outras, os sinais aparecem em um estágio mais avançado. O fato é que, ao não dar atenção às mensagens que o organismo envia, coloca-se a saúde em risco, aumentando as chances de outras complicações. Um exemplo dos sinais que o corpo emite é o cansaço.

O cansaço é um sintoma que, muitas vezes, é negligenciado. É um sintoma associado ao ritmo frenético da vida contemporânea, principalmente quando se vive em grandes centros urbanos. Só é encarado como um “problema a ser resolvido” quando as forças físicas e capacidade mental foram esgotadas, provocando um desequilíbrio emocional e psicológico.

Mas será que o cansaço é uma consequência do esforço físico e mental? Ou é um sintoma que pode estar relacionado a doenças?

6 problemas de saúde que causam cansaço

1. Anemia

A má alimentação leva a deficiência de nutrientes importantes para o organismo, como o ferro. Sem ferro, pode surgir a anemia e assim, aumentam a sonolência e o cansaço. Para saber mais, basta consultar o médico e fazer um hemograma. Assim, você saberá se o cansaço excessivo não é um sintoma de anemia. O problema pode ser resolvido com os medicamentos prescritos pelo médico e a melhora da alimentação.

2. Apneia do sono

Dormir bem é importante para equilibrar o metabolismo. Contudo, se você dorme as horas necessárias, mas acorda cansado, sente dores no corpo e sonolência durante o dia, é importante saber se não sofre de apneia do sono.

Essa doença provoca várias interrupções durante o sono porque, ao perceber o bloqueio de ar nos pulmões, o cérebro emite sinais que levam a pessoa a despertar por alguns segundos. Sem um sono profundo e tranquilo, o corpo fica mais desgastado.

3. Diabetes

Se você não é portador de diabetes, mas, há tempos, não faz exame de sangue para acompanhar o nível de glicemia, é importante consultar o médico. O cansaço excessivo pode ser efeito desse tipo de doença. Quando a glicose não é absorvida normalmente pelas células, o corpo fica sem a energia necessária. O excesso de açúcar no sangue também provoca efeitos negativos ao organismo, como o aumento do risco de infarto e derrame. Por isso, é essencial fazer o teste de glicemia, mudar hábitos alimentares e praticar atividades físicas regularmente.

4. Doenças da tireoide

Alterações na tireoide afetam o ritmo do metabolismo, podendo causar um cansaço fora do comum. Mais uma razão para agendar uma consulta médica e fazer os exames necessários para a avaliação dos níveis de hormônios produzidos pela tireoide.

5. Doenças do coração

O cansaço excessivo também pode ser um alerta de doenças cardíacas. Quando o coração não está funcionando normalmente, outras funções do organismo ficam comprometidas. Isso porque a qualidade da circulação sanguínea é afetada, assim como a oxigenação das células, capacidade respiratória, manutenção dos músculos, entre outros problemas.

Por isso, é importante fazer o check-up do coração e mudar o estilo de vida, adotando uma alimentação balanceada e introduzindo a prática de exercícios físicos (após a consulta médica) no dia a dia.

6. Estresse

O excesso de responsabilidades e preocupações, associados à má alimentação, sedentarismo, noites mal dormidas e à insatisfação geral com a vida podem levar a um quadro de estresse perigoso para a saúde.

O cansaço excessivo é um sinal de alerta que o corpo emite para que possamos reavaliar o estilo de vida e buscar as mudanças necessárias. Caso contrário, além do estresse, a péssima qualidade de vida baixará as defesas do organismo para outras doenças.

Procure ajuda médica

Até certo ponto, é normal sentir cansaço. Contudo, quando o cansaço se torna constante, é recomendável fazer a consulta médica para saber quais as causas desse sintoma.

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Quem tem problemas cardíacos pode praticar atividades físicas?

Quem tem problemas cardíacos pode praticar atividades físicas?

Há algumas décadas, a orientação médica para indivíduos com problemas cardíacos era evitar atividades físicas. Atualmente, os efeitos benéficos dos exercícios para esse público são indiscutíveis. Sua prática se tornou parte fundamental do tratamento, proporcionando mais qualidade de vida, à medida em que melhora os índices de saúde e contribui para a redução da mortalidade. O mesmo vale para quem apresenta predisposição genética ou tem outros problemas como hipertensão e diabetes.

A atividade física, entretanto, só tem efeito positivo a médio e longo prazo, quando praticada com regularidade e com prescrição individualizada. Antes de iniciar o treinamento, é fundamental consultar um médico para avaliar a saúde geral e realizar exames cardiológicos. Esses exames permitem avaliar a estrutura do coração, o condicionamento físico e o nível de esforço indicado para cada pessoa.

A anamnese e avaliação física para quem optar pela academia também têm um papel importante. Elas permitirão que o educador físico tenha conhecimento das restrições. Assim, poderá elaborar uma ficha de exercícios adequada à capacidade do praticante, alinhada à recomendação médica. Poderá, ainda, fazer adaptações sempre que necessário.

Atividades físicas recomendadas para quem tem problemas cardíacos

De maneira geral, exercícios aeróbicos são altamente recomendados, pois contribuem para elevar a capacidade cardiorrespiratória. A caminhada e a bicicleta são bons exemplos, assim como a corrida e natação, quando liberadas pelo cardiologista.

Quando associadas à musculação, os resultados são ainda mais positivos, pois eles aumentam força muscular e a “potência” do coração. 

Um bom parâmetro é a realização de 150 minutos de atividade aeróbica por semana, que podem ser divididos, por exemplo, em 30 minutos, 5 vezes por semana, ou 50 minutos, 3 vezes por semana. Os exercícios de força podem ser feitos 2 dias por semana. É recomendável, ainda, alternar os treinos mais pesados com dias de repouso.

O praticante deve ter cuidado com os excessos, que podem gerar um efeito contrário ao desejado – o de sobrecarga do coração e lesões musculares. É importante se sentir confortável durante o treino e evitar intensidade que gere a sensação de exaustão. 

Benefícios 

Além de reduzir a frequência cardíaca e a pressão arterial, a rotina mais saudável traz o seguintes benefícios:

  • aumento de massa magra (músculos);
  • redução de gordura corporal e visceral;
  • aumento dos níveis de colesterol bom;
  • diminuição do triglicérides;
  • melhora da capacidade cardiorrespiratória, glicemia e da densidade óssea;
  •  redução do estresse;
  • redução da ansiedade;
  • aumento da tolerância nas atividades físicas do dia a dia.

Particularidades

Algumas pessoas ficam inseguras quanto à prática de atividade física, mas, quando bem acompanhadas, não há porque se preocupar. Especialmente no caso de doenças leves, é mais fácil ter um problema cardíaco em função do sedentarismo do que em decorrência de algum exercício.

Há, entretanto, algumas condições especiais que merecem atenção. Indivíduos com cardiopatias devem evitar exercícios intensos como crossfit, lutas, spinning, algumas modalidades de natação ou a metodologia de treino intervalado de alta intensidade (HIIT) antes da autorização do médico. 

A doença cardíaca que mais apresenta restrições é a cardiomiopatia hipertrófica, o “engrossamento” do músculo do coração, que exige um aumento do esforço total para o bombeamento do sangue para o resto do corpo. Mesmo atividades como pilates e ioga podem apresentar posições que propiciem desconforto. 

O especialista deve ser consultado antes da prática e acompanhar as evoluções, que assim, vão propiciar um aumento gradual no ritmo e intensidade e permitir a liberação de outras modalidades.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia

Posted by Dr. André Navarro in Todos