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Comer pimenta faz bem?

Comer pimenta faz bem?

Comer pimenta é bom para o coração?

O consumo de pimenta é um habito tradicional em algumas regiões, mas há poucos estudo sobre a relação com a saúde do coração. Um estudo realizado na Itália analisou o consumo de pimenta e o risco de morte.

Como o consumo de pimenta é tradicional na dieta mediterrânea e os estudos relacionados ao consumo e sua relação com morte nessa população são escassos, um grupo de cientistas resolveu fazer a analise.

Foi realizada uma analise de 22.811 homens e mulheres que participaram do estudo Moli-sani entre os anos de 2005 e 2010. O consumo de pimenta foi avaliado através de um questionário que dividia em nenhum/raro consumo, até 2 vezes por semana, mais de 2 e menos que 4 vezes por semana e mais de 4 vezes por semana.

O acompanhamento médio foi de 8,2 anos e ocorreram 1246 mortes.

Após avaliar do dados, mostraram que o consumo regular de pimenta esta associado a menor risco de mortes por doença coronária e cerebrovascular. A associação do consumo de pimenta com morte por qualquer causa parece ser mais forte em indivíduos hipertensos.

Concluindo que, em população adulta do mediterrâneo, o consumo regular de pimenta esta associado com menor risco de morte por qualquer causa e por doenças cardiovasculares, independentemente de fatores de risco prévios ou aderência a dieta do mediterrâneo.

Assim, comer pimenta pode sim fazer bem para o coração.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.

J Am Coll Cardiol. 2019 Dec 24;74(25):3139-3149. doi: 10.1016/j.jacc.2019.09.068.

Posted by Dr. André Navarro in Todos
Entenda a relação entre alimentação e saúde do coração

Entenda a relação entre alimentação e saúde do coração

Com a correria dos nossos dias, não é difícil descuidar de hábitos básicos e saudáveis, como a alimentação. Quantas vezes você, ou alguém próximo, já teve que “pular o almoço” por conta de um compromisso de trabalho. E, para não ficar com fome, comeu um sanduíche feito às pressas, ou um salgado frito?

Tais atitudes, se espaçadas, tendem a não impactar tanto na saúde do corpo. A dieta desregrada por muito tempo, no entanto, é capaz de provocar uma série de problemas de saúde, além de mal estar físico, fadiga e incômodos estéticos.

A alimentação está diretamente ligada ao funcionamento pleno da mente e do corpo. Quando pobre, pode trazer cansaço, dificuldade de concentração e de aprendizagem, perda de memória, aumento de peso, além de alterações nos exames laboratoriais.

O coração também sofre com a ingesta de alimentos ricos em gorduras e produtos ultraprocessados.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre a dieta cardioprotetora brasileira, desenvolvida pelo Ministério da Saúde. Vamos mostrar os benefícios da “comida de verdade” para a longevidade, o bem-estar e felicidade. Confira, a seguir.

Alimentação para o coração: dieta que protege

A dieta cardioprotetora, como comentamos há pouco, foi desenvolvida para prevenir a obesidade, hipertensão e diabetes. Essas são enfermidades que podem engatilhar doenças cardiovasculares e quadros clínicos severos.

A dieta separa os alimentos em grupos de cores. São os seguintes:

Grupo verde, consumo frequente

  • Verduras diversas, como brócolis, espinafre, alface;
  • Legumes, como cenoura, abóbora, beterraba, abobrinha;
  • Leguminosas, como feijão, ervilha e lentilha;
  • Leites e iogurtes desnatados;
  • Frutas, como banana, morango, manga, limão, mexerica.

Grupo amarelo, consumo moderado

  • Óleos vegetais;
  • Cereais, como arroz (branco ou integral), aveia, granola;
  • Massas;
  • Tubérculos cozidos, como batata, mandioca e mandioquinha;
  • Farinhas de mandioca, tapioca, milho ou rosca;
  • Caju, nozes, castanhas e oleaginosas diversas;
  • Mel;
  • Doces de abóbora, coco ou goiaba;
  • Geleia de frutas;
  • Pães.

Grupo azul, consumo que deve ser em baixa quantidade

  • Queijos brancos e amarelos;
  • Manteiga;
  • Ovos;
  • Carnes;
  • Leite condensado;
  • Doces ricos em açúcar, mesmo caseiros (pudim, bolo, torta);
  • Creme de leite.

Fuja dos alimentos ultraprocessados

A dieta que visa proteger o coração e o corpo das enfermidades diversas se baseia, inclusive, na prevenção do consumo de determinados artigos industrializados, que compõem o Grupo Vermelho.

Entre os alimentos que não devem fazer parte da sua rotina, estão:

  • Embutidos, como presunto, mortadela, salame, salsicha;
  • Nuggets ou hambúrgueres congelados;
  • Pós achocolatados, mesmo “diets”;
  • Refeições industrializadas, como marmitas congeladas, lasanhas, macarrões com molho;
  • Macarrão instantâneo;
  • Biscoitos recheados ou salgados de pacote;
  • Farinha láctea;
  • Sorvetes;
  • Molhos prontos;
  • Temperos prontos, como ketchup.

O que mais deve ser evitado?

Pessoas de todos os perfis e idades, com doenças preexistentes ou não, devem tomar cuidado com o consumo de açúcar e sódio (sal).

O sódio está presente na composição de diversos alimentos citados na lista anterior – no macarrão instantâneo, por exemplo, temos cerca de 1900 mg de sódio por pacote. 

O consumo diário recomendado, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, é de no máximo 2 g de sódio por dia, equivalente a 5g de sal.

O consumo exacerbado de sódio propicia o surgimento de doenças crônicas, especialmente hipertensão arterial, alterações no funcionamento dos rins e problemas no coração.

O açúcar é mais difícil de controlar, especialmente porque pode estar “camuflado” nos ingredientes de diversos produtos industrializados.

Outros nomes para o açúcar e derivados, igualmente perigosos, são:

  • frutose;
  • sacarose;
  • sorbitol;
  • xarope de arroz;
  • açúcar de cana;
  • açúcar invertido.

O açúcar, além de fornecer quantidades significativas de calorias vazias, ou seja, que não possuem valores nutricionais significativos , está associado ao desenvolvimento de diabetes, obesidade e alteração nos exames laboratoriais.

O vício em açúcar também faz com que o sistema imune fique mais frágil, além de afetar os ossos e deixar o paladar menos propício a sabores diferentes.

Quer saber mais sobre alimentação ideal para o coração? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.

Posted by Dr. André Navarro in Todos
Acidente Vascular Cerebral (AVC): sintomas e prevenção

Acidente Vascular Cerebral (AVC): sintomas e prevenção

Acidente vascular cerebral, ou simplesmente AVC: você possivelmente já ouviu falar sobre o problema. Porém, você saberia reconhecê-lo, caso ocorra em alguém próximo, ou em si mesmo?

Neste artigo, explicaremos um pouco mais sobre a circunstância em si, além de expor alguns sintomas típicos. Confira, a seguir.

Acidente vascular cerebral (AVC): o que é?

De acordo com material publicado pelo Ministério de Saúde, o acidente vascular cerebral, também conhecido como AVC, acontece quando vasos que transportam sangue ao cérebro sofrem rompimento ou entopem.

Em situações do gênero, a área que ficou sem circulação sofre paralisia. Existem dois tipos de AVC, o hemorrágico e o isquêmico.

Entenda cada um deles, abaixo.

AVC hemorrágico

Como o nome sugere, é caracterizado pelo sangramento em uma parte específica do cérebro, por conta do rompimento de vasos sanguíneos.

É mais comum em pacientes que possuem hipertensão arterial ou portadores de angiopatia amilóide, uma doença inflamatória que pode fragilizar a parede das artérias.

O tratamento dependerá do tipo de lesão e do estado geral de saúde do paciente. 

Há quem precise ser tratado com medicamentos intravenosos e orais. Da mesma forma, há quem necessite passar por intervenção cirúrgica após o ocorrido.

A cirurgia tem como objetivo drenar o sangue da região cerebral.

AVC isquêmico

Também conhecido como isquemia cerebral, e popularmente chamado de derrame, este tipo de AVC ocorre quando alguma parte do cérebro fica sem fluxo sanguíneo. Isso acontece por causa de uma obstrução em uma artéria.

Infelizmente, boa parte dos pacientes que passam por um AVC isquêmico, quando não padecem da enfermidade, têm que enfrentar algumas sequelas. Paralisias, dificuldade de falar e alterações na memória pode ser consequências do ocorrido.

O AVC isquêmico é mais comum em pessoas que fumam, são sedentárias, têm histórico de doenças cardiovasculares ou familiares com problemas dessa ordem. Também estão em maior risco pessoas com hipertensão arterial ou colesterol alto.

Indivíduos diabéticos têm duas vezes mais chances de passar por um AVC isquêmico do que pessoas sem a doença. Assim, controlar a glicemia e manter todos os exames clínicos em dia é fundamental para prevenir o problema.

Existe ainda arritmias que são responsáveis pela doença. Cerca de 20 a 30% dos acidentes vasculares cerebrais são de origem cardioembólica, ou seja, causada por coágulos. A principal arritmia conhecida como fibrilação atrial é a principal causa cardiogênica de coágulos.

Pacientes com AVC podem apresentar:

  • fraqueza nas pernas ou no corpo como um todo;
  • dificuldade de compreensão de palavras simples, esquecimento de palavras ou dificuldade para falar ou emitir sons;
  • adormecimento ou sensação de formigamento em um dos lados do corpo;
  • tontura;
  • perda de equilíbrio;
  • dificuldade para andar;
  • alterações no campo visual;
  • perda de força muscular no rosto, o que pode fazer com que o paciente fique com a boca entortada;
  • perda da coordenação motora;
  • dores de cabeça intensas, que podem inclusive fazer com que o paciente perca a consciência.

Não é necessário que o indivíduo afetado por um Acidente Vascular Cerebral manifeste todos os sintomas, mas eles podem se apresentar de maneira combinada.

Os sintomas do AVC são súbitos: assim, é necessário levar o paciente imediatamente para o hospital. Quanto mais rápido o atendimento for feito, maiores as chances de sobrevivência.

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Dor de cabeça pode indicar problema cardiovascular?

Dor de cabeça pode indicar problema cardiovascular?

Você sabia que uma simples dor de cabeça pode significar a presença de doenças mais graves no organismo? A cefaleia, como também é chamada, é uma das queixas médicas mais registradas nos consultórios e hospitais.

Sem um motivo aparente, pode surgir aquela dor leve de cabeça e, com o tempo, ela aumentar e se instalar. Em muitos casos, ela demora a passar e só melhora com o uso de medicamentos analgésicos.

Tem muita gente que ignora esse sintoma. No entanto, estudos apontam que há uma incidência maior de cefaleia em quem apresentou problemas cardiovasculares. Por isso, neste artigo, vamos falar da relação da dor de cabeça e problemas no coração. Não deixe de acompanhar!

Cefaleia x doenças cardiovasculares

Um estudo feito nos Estados Unidos e na Dinamarca mostrou que pessoas com enxaqueca apresentaram quadro de problemas cardíacos com maior incidência do que as que não tinham esse tipo de dor.

A cada mil pessoas com enxaqueca, 25 sofreram um ataque cardíaco, em comparação a 17 entre mil que não sofriam de cefaleia. Portanto, há de fato um alerta para o quadro de enxaqueca em quem já tem histórico ou fator de risco para doença cardíaca.

Ou seja, se o paciente tem histórico de cardiopatia ou doença vascular na família, deve ficar atento a dores de cabeça frequentes. Assim como os tabagistas, alcoolistas, obesos e hipertensos.

Como reconhecer que a dor de cabeça é algo mais grave

Os estados dolorosos podem variar de duração e intensidade. De acordo com essas diferenças, podemos suspeitar que pode ser algo mais sério. Por isso, devemos ficar atentos às seguintes situações:

  • dores de cabeça com visão dupla podem indicar problemas neurológicos
  • dores de cabeça com dores no pescoço e nos olhos podem ser relacionadas a pressão alta.
  • dores de cabeça seguidas de desmaio pode ser acidente vascular cerebral (AVC) e arritmias.

No entanto, há outros tipos de cefaleia que nada têm a ver com alguma doença. Podem ser sinal de maus hábitos de vida. Pessoas que dormem pouco, não se alimentam bem, abusam de substâncias como álcool e drogas costumam também ter enxaqueca.Nesses casos, são dores latejantes na parte frontal da cabeça. Podem durar alguns dias e nem sempre têm relação com algo mais sério.

O importante é conversar com um médico. A enxaqueca tem tratamento. No entanto, a dor de cabeça que é um sinal de uma outra doença só vai passar se a patologia de origem for tratada também.

Além disso, o convívio com a dor de cabeça pode ser altamente incapacitante para algumas pessoas. Muitas têm a qualidade de vida afetada, apresentando baixo rendimento no trabalho, problemas com o sono e alterações de humor.

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Quais exames são pedidos no check-up cardiológico?

Quais exames são pedidos no check-up cardiológico?

O check-up cardiológico é uma rotina de exames de extrema importância. Você sabia que, de acordo com o Ministério da Saúde, só no Brasil mais de 300 mil pessoas morrem todo ano por conta de doenças cardiovasculares, como infarto e insuficiência cardíaca?

Por isso, pessoas acima dos 45 anos e com histórico de patologias do coração na família devem se submeter periodicamente a exames que averiguem a saúde desse órgão fundamental para a nossa vida.

E há um grupo de procedimentos diagnósticos que auxiliam o médico cardiologista a avaliar o risco de o paciente ter ou desenvolver problemas cardíacos ou circulatórios.

Neste artigo, vamos apresentar quais exames são esses e qual o objetivo de cada um deles no check-up cardiológico. Acompanhe!

Quando devo realizar o check-up cardiológico?

Há um consenso entre profissionais da área de cardiologia de que a rotina de exames para verificar a saúde do coração deve começar a partir dos 45 anos.

No entanto, quem tem fatores de risco para doenças cardiovasculares não deve esperar essa idade chegar para dar início às idas ao cardiologista. Além disso, quem quer começar a fazer um novo esporte também precisa da avaliação.

Quais exames terei de fazer?

Existe um grupo de exames básicos, que são o raio-x de tórax, o eletrocardiograma, o teste de esforço, o ecocardiograma e alguns exames de sangue. Quando alguma alteração é observada em um ou mais deles, são solicitados exames complementares, como cintilografia do miocárdio, Holter, MAPA, entre outros.

Aqui, vamos falar sobre os exames que são mais realizados no check-up do coração. São eles:

Raio-x de tórax

Esse exame tem como objetivo analisar o contorno do coração, verificando se há anormalidades, principalmente com a artéria aorta, que é um importante vaso que sai do coração e distribui sangue para o resto do corpo.

Teste de esforço ou teste ergométrico

O teste de esforço é feito em uma esteira ou em uma bicicleta ergométrica e visa observar alterações da pressão arterial ou do ritmo cardíaco durante a realização de esforço físico. Avalia arritmias induzidas pelo esforço e, principalmente, possíveis placas grandes de gordura nas artérias do coração.

Eletrocardiograma

O eletrocardiograma é um exame que detecta arritmias e batimentos irregulares do coração. Também serve para avaliar se existem alterações cardíacas que sugiram uma nova possibilidade de infarto. Além disso, pode indicar alterações hidroeletrolíticas, como diminuição ou aumento de potássio no sangue.

Ecocardiograma

É um ultrassom do coração. Com ele pode se avaliar se as estrutura do coração esta normal. O tamanho de cada câmara, as valvular e a força do órgão. É essencial no diagnóstico de doenças congênitas e na avaliação e evolução de várias doenças.

Exames laboratoriais

Além dos exames de coração, há exames laboratoriais importantes na rotina de cuidados cardiovasculares.

São eles:

  • hemograma;
  • CK-MB, que mede uma enzima liberada pelo músculo cardíaco e pode detectar uma isquemia;
  • troponina e mioglobina, enzimas que ajudam a detectar a possibilidade de infarto.

Além desses, podem ser solicitados outros exames laboratoriais que contribuam para avaliar o risco de doenças cardiovasculares, como o de glicose, o de colesterol e o de triglicerídios.

Todos os exames recomendados pelo seu médico no momento do check-up cardiológico são de extrema importância. Por isso, não hesite em fazê-los. Eles podem detectar doenças preexistentes e indicar a possibilidade de problemas cardíacos futuros.

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Quais são as doenças tratadas pelo cardiologista?

Quais são as doenças tratadas pelo cardiologista?

O médico cardiologista é o profissional que trata as doenças que acometem o coração e outros componentes do sistema circulatório.

Você conhece as patologias que são tratadas pela área de cardiologia? Há dezenas de problemas cardiovasculares, e alguns deles são extremamente graves, podendo colocar em risco a saúde do paciente. Porém, a maioria pode ser controlada com o tratamento adequado.

Por isso, neste artigo, vamos relacionar as principais doenças tratadas pelo médico cardiologista. Confira!

Doenças tratadas pelo cardiologista

Arritmia cardíaca

A arritmia causa sensação de desconforto provocada pela aceleração ou desaceleração nos batimentos cardíacos, ou seja, o coração não está batendo no seu rimo normal.

Hipertensão arterial

Conhecida como pressão alta, a hipertensão é uma doença crônica, e muitas vezes silenciosa, que pode ter causa hereditária ou ser decorrente de hábitos não saudáveis.

Hipotensão arterial

Ao contrário da pressão alta, neste quadro, o sangue é bombeado com menos força, podendo causar sintomas como desmaios, sonolência, tontura e confusão mental.

Insuficiência cardíaca

A insuficiência cardíaca acontece quando os músculos do coração perdem força para bombear o sangue rico em oxigênio para o restante do corpo. Os paciente normalmente evoluem com falta de ar, cansaço ou inchaço nas pernas.

Doença da aorta

A aorta é uma artéria importante para a circulação sanguínea. Ela sai do lado esquerdo do coração e é o primeiro local por onde passa o sangue que vai para o resto do corpo.

Qualquer patologia que acometa esse vaso é preocupante e, entre elas, estão o aneurisma de aorta, aterosclerose na aorta, entre outras.

Cardiopatia congênita

A cardiopatia congênita é qualquer anormalidade da estrutura do coração que surge quando o bebê ainda está na barriga da mãe.

Aterosclerose

É a formação de placas de gordura no interior das artérias, o que dificulta a passagem do sangue.

Infarto do miocárdio

O infarto acontece quando há a interrupção do sangue que vai para o miocárdio, que é o músculo do coração. O bloqueio do sangue é provocado por placas decorrentes da aterosclerose.

Angina

Outra condição também provocada pela aterosclerose. Na angina, há o estreitamento das artérias que levam sangue ao coração, restringindo o fluxo de sangue, ocasionando dor.

Cardiomiopatia

A cardiomiopatia é uma doença no músculo do coração que faz com que ele não faça o bombeamento do sangue de forma adequada.

Doenças Valvulares

Conhecido também como sopro no coração, é verificado quando a válvula não se fecha ou se abre corretamente, com isso, pode haver a dificuldade de bombeamento de sangue, provocando sintomas como arritmias, tonturas e vertigens.

O médico cardiologia também cuida de doenças que acometem os pulmões, já que esses órgãos trabalham em associação com o coração e com os vasos sanguíneos para levar oxigênio e nutrientes para todo o corpo.

Entre os problemas pulmonares tratados pela cardiologia, estão a embolia pulmonar, a hipertensão pulmonar e a cor pulmonale.

Também tratam doenças metabólicas como a dislipidemia, colesterol e triglicérides alto, e diabetes.

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Existe relação entre diabetes e doenças cardiovasculares?

Existe relação entre diabetes e doenças cardiovasculares?

Uma das grandes preocupações da medicina moderna, no que diz respeito ao paciente portador de diabetes, é como preveni-lo de doenças cardiovasculares. A título de curiosidade, essa condição é considerada como um dos principais fatores de risco para problemas do coração.

O risco de desenvolvimento de alterações cardiovasculares é muito maior dentre os diabéticos. Isso acontece porque o aumento dos níveis de glicemia e a resistência à insulina podem provocar uma inflamação crônica das artérias. Como consequência, essas pessoas estão mais vulneráveis à aterosclerose.

Por que a pessoa com diabetes deve se preocupar com doenças cardiovasculares?

A presença da diabetes contribui para o surgimento de uma série de fatores que aumentam as chances de um AVC ou infarto. O fator-chave é que a doença faz com que o endotélio (revestimento ou parede interna da artéria) perca suas capacidades de proteção.

A fase descrita acima representa o início da formação das placas de gordura nos vasos. Desse modo, tem-se aqui um ponto extremamente importante; as próprias características da doença em questão, geram substâncias tóxicas que são prejudiciais às paredes das artérias, facilitando absorção de gorduras pelas células da parede arterial, com isso, o resultado é uma reserva de gordura dentro do vaso: a placa aterosclerótica.

E não somente isso. As células sanguíneas, que provocam o início da formação de coágulos no sangue, aderem-se com muito mais força e facilidade nos pacientes portadores de diabetes. O resultado é um significativo aumento das chances de que anormalidades surjam no endotélio.

Quando essa camada que reveste a parte interna dos vasos é afetada e a inflamação aumenta, os riscos de que o revestimento interno se rompa, e o sangue fique exposto à placa de gordura no interior da parede, são muito maiores. Infarto e derrame são as principais consequências de todo o processo acima.

Os sintomas são diferentes

Parte das pessoas diabéticas pode apresentar sintomas diversos em determinadas situações. Por exemplo, a ocorrência de um infarto terá sinais mais brandos, e isso poderá fazer com que o indivíduo não procure ajuda com a urgência exigida pela situação.

Estima-se que, dentre os diabéticos, uma fatia em torno de 30% se encaixe no quadro descrito acima. Aliás, é importante chamar a atenção para que as pessoas que se encontram nessa condição não deixem de fazer visitas rotineiras ao cardiologista.

Apesar de ser considerada uma doença crônica, tal condição é passível de ser controlada. Em boa parte das situações, a adoção de novos hábitos alimentares já é o suficiente para que esse controle ocorra.

Porém, como temos observado, um dos grandes obstáculos para o processo de prevenção e tratamento do diabetes, bem como para evitar que a doença interfira no quadro cardiovascular, é a enorme dificuldade que grande parte da população tem em abandonar maus hábitos alimentares e a rotina sedentária.

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Como o tabagismo afeta a saúde do coração?

Como o tabagismo afeta a saúde do coração?

Os males que o tabagismo provoca no pulmão e a grande contribuição deste vício para o surgimento do câncer, o ato de fumar ainda prejudica o coração do fumante e de quem respira sua fumaça. Atualmente, este hábito está dentre os principais fatores que contribuem para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

O vício em cigarro também provoca a aceleração do processo de oxidação do colesterol, aumentando as chances de formação da placa de aterosclerose.

Como o tabagismo afeta o coração?

Nos fumantes, os compostos químicos que são encontrados no tabaco entram diretamente na corrente sanguínea. Algumas dessas substâncias enviam alguns tipos de sinais para o coração, alterando o funcionamento desse órgão.

Os compostos químicos e as diversas substâncias que estão presentes no cigarro afetam significativamente as paredes internas dos vasos sanguíneos, facilitando o depósito de gordura e, além disso, causa a redução do HDL, o chamado bom colesterol, reduzindo a capacidade do organismo de previnir esse acúmulo.

Com o tempo, esses efeitos negativos do tabaco tendem a ser cada vez mais evidentes, fazendo com que a pessoa piore de forma contínua e tenha cada vez menos qualidade de vida.

E tem mais. A trombose é outra doença cujos riscos de ocorrer aumentam significativamente no fumante. Esse problema de saúde é caracterizado pela formação de coágulos sanguíneos , os trombos, responsáveis por provocar a obstrução parcial ou total do vaso.

As substâncias tóxicas que entram no corpo, oriundas do tabagismo, também podem estar relacionadas com o surgimento e/ou o agravamento da pressão arterial alta.

Além disso, há um fator que todo fumante precisa considerar seriamente: as enfermidades relacionadas ao cigarro provocam doenças graves. Tais doenças podem deixar sequelas complexas, tornando o indivíduo extremamente limitado e até mesmo levando-o ao óbito.

Quem não fuma também sofre

A pessoa que não fuma aspira a fumaça liberada pelo fumante. Atualmente, há uma série de pesquisas demonstrando que fumantes adultos podem afetar significativamente a vida das crianças.

Além disso, as chances de que a criança adote o vício e ingresse em uma vida sem saúde são altas. De fato, não é fácil e muito menos rápido deixar o tabagismo, no entanto, vale a pena, mesmo com todas as tentativas falhas e recaídas.

Como fica o coração de quem para de fumar?

Largar o vício é uma das melhores coisas que o fumante pode fazer pela própria vida e pela saúde cardiovascular. Ao deixar de lado o cigarro, há uma redução de 50% do risco de infarto já nos primeiros 3 anos. Além disso, ocorre a diminuição das chances de que outras doenças surjam.

Porém, a jornada é longa. A maioria dos tabagistas deve passar cerca de 10 anos sem o cigarro para que a saúde cardiovascular se equipare com a de um não fumante.

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Colesterol alto: sintomas, causas e tratamento

Colesterol alto: sintomas, causas e tratamento

Diferente do que muitos acreditam, o colesterol não se forma apenas por meio da alimentação: apenas 30% é originado daquilo que se come. O restante, 70%, é produzido pelo próprio organismo.

Trata-se de um álcool policíclico, presente no organismo de todos os animais, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo.

Além disso, índices elevados de colesterol são fatores de risco para doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (AVC).

Mesmo sendo natural e produzido pelo próprio organismo, o colesterol alto pode provocar graves riscos para a saúde. Dentre eles, estão o acúmulo de placas de colesterol nas paredes das artérias.

Neste post, aprenderemos mais sobre o assunto. Acompanhe!

O que saber sobre colesterol

O colesterol é uma substância que não se mistura no sangue. Para se transportar, utiliza as lipoproteínas, que são classificadas de acordo com a sua densidade, ou seja, sua capacidade de adesão.

HDL — High Density lipoprotein

Conhecido como “colesterol bom”, o HDL possui uma densidade alta e, com isso, “retira” a gordura das artérias e as leva para o fígado para a eliminação. Ter níveis altos de HDL no organismo significa menos chances de desenvolver doenças.

LDL — Low Density lipoprotein

É o tipo ruim, pois se prende nas artérias e promove a formação de aterosclerose, além de ser fator de risco para outras patologias.

Em termos de LDL, os resultados abaixo de 100 mg/dl são ótimos. De 100 a 129 mg/dl são razoáveis. De 130 e 159 mg/dl é preciso ligar o sinal de alerta, pois representa um nível limítrofe. A partir de 160 mg/dl já é bastante preocupante. Entretanto, esses valores são para pessoas saudáveis, sem outros problemas de saúde, pois, quanto maior o risco de infarto e AVC, menor deve ser o colesterol LDL. 

A hipercolesterolemia, ou simplesmente colesterol alto, é uma condição caracterizada por níveis elevados de colesterol (LDL) no sangue. Em muitos casos, o quadro é assintomático e só é descoberto mediante exame de sangue. 

A alta quantidade de colesterol no sangue é um sério fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, sobretudo, em pessoas a partir dos 40 anos de idade, que apresentem outros aspectos predisponentes, como aterosclerose ou diabetes.

A boa notícia é que é possível prevenir o colesterol alto e, consequentemente, conquistar mais saúde e qualidade de vida.

Sintomas de colesterol alto

Nível alto de colesterol é um problema silencioso. Isso significa que, quando ele é percebido, o estágio encontra-se avançando, colocando outros órgãos em risco.

Entretanto, alguns sinais clínicos podem ser percebidos quando o nível do colesterol é extremamente elevado, como o surgimento de xantelasmas e arco córneo, que são manchas esbranquiçadas nas pálpebras e iris, respectivamente.

Causas conhecidas

Uma série de fatores estão associados ao alto nível de colesterol no sangue. Por isso, além da alimentação, é importante ficar atento:

  • à hipercolesterolemia familiar, quando a causa possui origem hereditária;
  • a diabetes descontrolada;
  • à insuficiência renal;
  • a problemas na glândula de tireoide;
  • ao uso de anabolizantes;
  • à obesidade;
  • ao sedentarismo.

Tratamentos disponíveis para o colesterol alto

Níveis elevados de colesterol podem ser tratados com medicamentos. Entretanto, é essencial que haja uma mudança no estilo de vida. Isso porque, a adoção de hábitos saudáveis pode diminuir o colesterol LDL sem o auxílio de medicamentos.

Adote uma alimentação saudável

Se alimentar de forma saudável é uma das estratégias mais eficientes para prevenir o colesterol alto, especialmente porque ajuda no controle do peso e evita o acúmulo de gordura corporal. O ideal é que a dieta seja balanceada, priorizando alimentos leves e com baixo teor de gordura saturada.

Aposte em legumes, frutas e grãos integrais ricos em fibras. Ao consumir gorduras, que também são nutrientes importantes, prefira as gorduras do bem, como castanhas, coco, abacate, azeite e peixes ricos em ômega 3. Fuja de frituras, embutidos, molhos industrializados e alimentos ultraprocessados. Eles são inimigos da saúde do coração.

Faça atividade física

A prática de exercícios físicos é importante porque, além de controlar os triglicérides, aumenta os níveis de HDL.

No entanto, é necessário que o médico avalie quais medidas serão necessárias, de acordo com cada caso. O uso de medicamentos é indicado em níveis muito altos de colesterol ou quando já tem outros problemas associados.

O colesterol alto deve ser controlado, pois é uma porta aberta para problemas graves de saúde. Por isso, fique atento, principalmente se você for sedentário e possui uma má alimentação, procure um médico para verificar como está a sua saúde.

Evite o tabagismo

O tabagismo, por si só, é extremamente perigoso. Só para ter ideia, o cigarro é principal causa evitável de óbitos no mundo. Quem fuma tem o risco de morte súbita até quatro vezes maior do que os não fumantes. Além disso, fumar é fator de risco para derrame cerebral, angina, câncer, colesterol alto, entre outros.

Controle seu peso

A obesidade é um dos fatores de risco para a subida do LDL (mau colesterol). Essa doença crônica engloba aspectos psicológicos, genéticos, metabólicos, ambientais, culturais, sociais, comportamentais, etc. O acúmulo de gordura corporal, inegavelmente, contribui para o surgimento de problemas cardíacos.

Visite o cardiologista periodicamente

Não fique muito tempo sem se consultar com o médico cardiologista. Ainda que você mantenha hábitos saudáveis, é importante checar periodicamente como anda a sua saúde, até porque, nem todos os fatores de risco para o colesterol alto são controláveis. A predisposição genética não é! Daí a importância de fazer o acompanhamento clínico e, eventualmente, se submeter a exames. Caso alguma alteração seja identificada precocemente, as chances de bons resultados no tratamento são significativamente maiores.

Quer saber mais sobre colesterol alto ou outros assuntos relacionados a cardiologia? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.

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5 práticas para manter a saúde do coração

5 práticas para manter a saúde do coração

De acordo com índices divulgados pelo Ministério da Saúde, cerca de 35% dos brasileiros sofrem com hipertensão e quase a metade nunca foram devidamente diagnosticados. Essa é uma situação que pode ser evitada se os cuidados com a saúde do coração começarem desde cedo.

O número de óbitos, devido a doenças cardiovasculares, tem aumentado constantemente no país. Hoje, as enfermidades do coração são responsáveis por cerca de 30% de todas as mortes no Brasil. O sedentarismo e o sobrepeso são grandes fatores de risco.

A falta de atividade física contribui, sobretudo, para o acúmulo de gordura corporal. Com o excesso de peso, a gordura começa a se acumular no organismo, sobrecarregando o funcionamento de órgãos vitais, como o coração.

Ao pensar em cuidar da saúde do coração, o primeiro caminho é manter os fatores de risco sob controle. Além do sedentarismo e obesidade, ainda há alguns hábitos pouco saudáveis que precisam ser atenuados.

Neste post, conheceremos 5 práticas que ajudam a manter o coração saudável e devem ser seguidas desde cedo. Confira!

Como manter a saúde do coração

1. Mantenha o peso controlado

O excesso de peso traz consigo consequências graves para a saúde de um modo geral. Além de ser diretamente ligada a casos de doenças cardiovasculares, ainda contribui para a diabetes tipo 2 e problemas ortopédicos.

Ainda, favorece o acúmulo de gordura nas artérias e órgãos vitais, como fígado.

2. Pratique atividades físicas regulares

Exercícios físicos atuam positivamente no controle dos níveis de colesterol e açúcar no sangue. Além disso, auxiliam para manter a pressão arterial nos níveis considerados saudáveis.

Acredita-se que os estímulos causados pelo movimento ajudam a limpar as células do corpo, facilitam a circulação do oxigênio e o funcionamento do sistema linfático.

A indicação é que seja realizado, pelo menos, 30 minutos de atividades físicas por dia. Entretanto, é necessário consultar um profissional da saúde antes de começar a prática para receber as indicações corretas.

3. Tenha atenção com a alimentação

Alimentação saudável é imprescindível, tanto para manter a saúde do coração quanto do organismo como um todo.

A dica é optar por alimentos ricos em gorduras do bem, como o abacate, azeite e amendoim. Folhas, legumes e frutas também são muito importantes para o cardápio, pois contêm altos teores de vitaminas e minerais que fortalecem o organismo e ajudam no combate à obesidade.

Ainda, alimentos que contêm fibras, ajudam no bom funcionamento do intestino e contribuem para manter a saciedade por mais tempo, logo, são importantes aliados no controle do peso.

4. Consulte o cardiologista com frequência

Se engana quem acha que visitas ao cardiologista precisam ser feitas apenas quando já existe algum problema no coração.

Algumas doenças cardiovasculares não apresentam sintomas no início e, quando aparecem, o quadro nem sempre pode ser reversível. Esse é o caso da dislipidemia, que aumenta consideravelmente o risco de obstrução das artérias, levando ao infarto do miocárdio.

Lembre-se que, check-ups frequentes previnem o surgimento de doenças e ajudam a diagnosticar outras precocemente, evitando complicações.

5. Siga hábitos de vida saudável

O excesso de fast food e comidas extremamente industrializadas desestabilizam todo o funcionamento do organismo. Esse tipo de alimento possui quantidades desnecessárias de açúcar, gorduras, sal e conservantes.

Além disso, exagerar no consumo de álcool, além de lesar o fígado, pode causar vários problemas. O etanol, presente nas bebidas alcoólicas, está diretamente associado ao surgimento de doenças como arritmias e miocardiopatia alcoólica.

Por último, mas não menos importante, para manter a saúde do coração, evite o tabagismo. As substâncias presentes no cigarro sobrecarregam o funcionamento do órgão e promove o estreitamento das artérias.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.

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