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Como funciona a avaliação cardiovascular

Como funciona a avaliação cardiovascular

Manter um olhar atento à saúde é essencial para garantir o máximo em qualidade de vida. Por isso, é importante fazer visitas periódicas ao médico. Afinal, grande parte dos problemas pode ser tratada rapidamente quando descoberta mais cedo, e, assim, é possível garantir uma vida melhor e mais longa. Para descobrir se há algo anormal com nossa saúde, avaliações podem ser feitas pelo profissional. É o caso da avaliação cardiovascular, que tem como principal objetivo verificar a saúde geral do sistema cardíaco e adjacentes. Quer saber como ela funciona? Veja mais a seguir.

O que esperar de uma avaliação cardiovascular

Você visita o consultório do médico cardiologista, e ele solicita uma avaliação cardiovascular. Antes de se preocupar, saiba que esse tipo de indicação pode ser feita nos mais diversos casos e não significa que algo ruim será descoberto.

Os médicos costumam solicitar uma avaliação completa para pessoas que estão apresentando alguns sintomas, que não fazem check-ups há muito tempo ou que simplesmente por apresentarem alguns fatores de risco – como é o caso de indivíduos idosos, obesos, diabéticos ou com colesterol alto, fumantes ou usuários de drogas e até aqueles que convivem diariamente com situações de muito estresse. É comum também que pacientes que possuem casos de problemas cardiovasculares na família sejam avaliados em intervalos mais curtos.

Como a avaliação é feita?

O 1º passo é fazer uma consulta completa, questionando o paciente sobre os hábitos de vida dele, possíveis sintomas e sensações que apresenta ao longo do dia e em diferentes situações. O médico fará, portanto, uma avaliação clínica, considerando o histórico de saúde passado e de familiares.

Em seguida, o médico poderá solicitar exames complementares, que vão desde os mais comuns, como um hemograma, por exemplo, até outros como o ionograma, índices de colesterol e glicose.  O especialista poderá ainda indicar que o paciente faça radiografias e passe pelo eletrocardiograma ou pelo ecocardiograma, entre outros exames.

Além desses exames, a avaliação cardiovascular pode envolver testes físicos de resistência, que têm a possibilidade de ser realizados em esteiras ou com atividades físicas simples.

Durante os exercícios, o paciente tem o organismo avaliado com equipamentos especiais que verificam se os batimentos cardíacos estão de acordo com o esperado e se tudo corre bem. Os batimentos cardíacos podem ser considerados saudáveis, atléticos e insuficientes, o que pode resultar na solicitação de exames complementares.

Não é preciso se preparar para uma avaliação cardiovascular, já que o ideal é que o médico saiba qual é o estado natural do paciente. Depois dos testes e dos resultados dos exames complementares, o médico cardiologista pode indicar uma alteração de rotina, a perda de peso, o uso de medicamentos, atividade física e, em casos muito graves, intervenções clínicas e cirúrgicas.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia e Ipameri.

Posted by Dr. André Navarro in Todos
Arritmia cardíaca: sintomas, causas e tratamentos

Arritmia cardíaca: sintomas, causas e tratamentos

Arritmia cardíaca consiste em irregularidades no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos. Essa condição não necessariamente é perigosa, porém o paciente com tal diagnóstico precisa estar atento aos sinais.

Os batimentos normais em uma pessoa que não está fazendo exercício são de 50 a 100 por minuto. Em indivíduos que estão fazendo exercício ou outro tipo de esforço físico a frequência chegar a 200 por minuto. Já quando estamos dormindo, quando não é necessário tanto oxigênio para a circulação sanguínea, os batimentos diminuem. Esses valores são considerados normais. Fora dessa sentença, a condição é chamada de arritmia.

Vale lembrar, também, que os batimentos cardíacos podem subir caso a pessoa passe por algum momento de ansiedade, nervosismo, estresse, e outras disfunções.

Sintomas e tipos de arritmia cardíaca

Taquicardias

Esse tipo de arritmia se dá quando os batimentos estão mais elevados que o comum. A pessoa pode sentir uma palpitação mais intensa, sensação de aperto e falta de ar.

Existem vários tipos com importância e gravidade variável. Com baixa importância clínica como as taquicardias sinusais, ritmo normal acelerado, até as taquicardias ventriculares que são potencialmente letais.

Bradicardia

É o contrário da taquicardia. Nessa condição, a pessoa apresenta uma diminuição dos batimentos cardíacos.

Alguns tipos de bloqueio geram uma atenção maior, pois pode ser necessário o implante de um marcapasso.

Extrassístoles

Sístole é a contração do coração, assim, seria uma contração extra. Sua importância esta relacionada a frequência e a doenças associadas ao quadro.

Em casos mais graves, pode predispor a taquicardias evoluindo a desmaios, convulsões, falta de ar e dor aguda no peito.

Arritmia sinusal

Esse tipo é mais comum em crianças e jovens, que é uma variação do normal. Os batimentos aceleram quando a pessoa inspira e desaceleram quando ela expira. Não é necessário tratamento, e essa condição normalmente é casual e não constante.

Possíveis causas

As origens podem variar de paciente para paciente, no entanto é fato dizer que as arritmias são causadas por desregulação dos impulsos elétricos responsáveis por controlar os batimentos cardíacos.

O que ocasiona esse mau funcionamento?

  • Insuficiência cardíaca
  • história de infarto do miocárdio
  • Presença de cardiomiopatias, miocardites e pericardites.

Essas são as causas em pacientes que já possuem alguma doença ou lesão no coração. Abaixo algumas causas que não estão ligadas ao mau funcionamento do coração.

  • Hipertensão
  • Anemia
  • Estresse
  • Ansiedade
  • Tabagismo
  • Alguns medicamentos que aceleram os batimentos cardíacos
  • Condição genética
  • Diabetes
  • Abuso de cafeína
  • Uso de drogas ilícitas como a cocaína
  • Mal funcionamento da tireoide
  • Idade avançada

Tratamentos

Os tratamentos para a arritmia cardíaca variam de causa para causa. No entanto, medicamentos, como os antiarrítmicos, geralmente são prescritos para corrigir os batimentos. Em outros casos, são necessários marca-passos para normalizar os batimentos. Tudo depende do estado do coração e da saúde do paciente.

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Posted by Dr. André Navarro in Todos
Dor no peito pode ser sinal de problema cardíaco

Dor no peito pode ser sinal de problema cardíaco

A dor no peito é um sintoma bastante incômodo e presente em várias doenças, inclusive as cardíacas. Quando percebido em leve intensidade, não gera preocupação. Mas, quando a dor é mais forte, é natural que se busque por atendimento médico mais rapidamente.

Apesar disso, independentemente do nível de dor, é indicado procurar um cardiologista, principalmente se outros sintomas surgirem juntamente com essa sensação de aperto no peito.

Geralmente, a dor na região do coração é associada imediatamente ao infarto. Apesar disso, outros problemas cardíacos também apresentam esse sintoma e exigem uma visita ao médico, mesmo que não sejam tão graves.

Conheça agora as principais doenças cardíacas que têm a dor no peito como parte dos sintomas e entenda como são tratadas.

Pericardite

Inflamação da membrana que reveste o coração. A dor sentida no peito é bastante forte, tanto que muitas vezes esse problema é confundido com um infarto. Pode ser causada por infecções virais, bacterianas ( por exemplo tuberculose e pneumonias), doenças autoimunes ( principalmente Lupus e artrite reumatoide) e neoplasias como linfomas e leucemias, entre outras.

Além da dor no peito, há também um quadro febril e sinais clínicos típicos ao exame médico. Em casos mais graves pode haver falta de ar. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com o uso de anti-inflamatórios e o controle da causa da inflamação.

Angina

Forte pressão ou aperto no coração devido à redução da quantidade de sangue irriga o órgão. Pode se manifestar durante o esforço físico, picos de estresse ou até em repouso.

Outros sintomas comuns que acompanham esse problema são falta de ar, palidez, cansaço fácil, desmaios e suor frio. Para tratar a angina, podem ser recomendados alguns medicamentos ou, em casos mais graves, os procedimentos cirúrgicos, no caso, a angioplastia e a “ponte de safena”.

Arritmia cardíaca

Ocorre quando o ritmo cardíaco esta fora do normal. O coração bate muito rapidamente, muito vagarosamente ou fora de ritmo. Pode surgir não apenas em pessoas que já tenham algum problema cardíaco, mas também em pessoas saudáveis. As principais causas envolvem pressão alta, doença coronariana, anemia, insuficiência cardíaca e prática de atividade física intensa e até por estresse.

Além da dor no peito, outros sintomas observados são tontura, suor frio, falta de ar, mal estar e palidez. O tratamento depende da arritmia e de sua causa, podendo ser só com o controle de sintomas, uso de medicações ou até procedimentos cirúrgicos.

Miocardite

É um inflamação do músculo cardíaco. Pode decorrer de diversas causas infecciosas e não infecciosas sendo a miocardite secundária por infecção viral a forma mais comum.

Além da dor no peito, a pessoa pode apresentar fraqueza, falta de ar mesmo em repouso, inchaços, arritmias e até evoluir para a morte. O tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos e mudanças de hábitos de vida, dependendo de qual é o principal causador do problema.

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Sintomas de infarto: entenda como o corpo indica o problema

Sintomas de infarto: entenda como o corpo indica o problema

Para explicarmos quais são os sintomas de infarto, é importante destacar o que é esse quadro e por que ele acontece.

O que é infarto?

O infarto também é conhecido como ataque cardíaco e ocorre quando falta oxigênio no sangue que corre ao redor ou na área do coração. E por que falta oxigênio? Normalmente falta oxigênio por conta de uma veia entupida – obstrução de veia coronária.

Por conta dessa obstrução, falta sangue ou o sangue não consegue bombear direito por conta da falta de oxigenação, causando necrose dos músculos do coração, o que pode ser fatal para o paciente, levando-a à morte.

Um dos principais motivos que fazem com que a veia fique entupida é a grande quantidade de gordura que a reveste, dificultando a passagem do sangue.

Por que o infarto acontece?

O infarto (quantidade grande de gordura no sangue) pode ocorrer por diversos fatores, que são:

  • idade – homens em torno de 45 anos e mulheres em torno de 55 têm chances de ter infarto devido aos maus hábitos de vida;
  • pessoas que fumam têm maiores chances de ter infarto;
  • hipertensão;
  • colesterol alto (por isso é tão importante precaver-se e controlar o colesterol);
  • diabetes;
  • histórico familiar;
  • obesidade (por conta da grande concentração de gordura corporal e da dificuldade do organismo de trabalhar corretamente);
  • sedentarismo;
  • estresse;
  • uso de drogas, como a cocaína, e ingestão de álcool.

Recomendação: levar uma vida leve, praticando atividades físicas regularmente, fazer exames periódicos de sangue e outros, ter uma dieta saudável.

Sintomas de infarto

Os sintomas desse quadro caracterizam-se por típico e atípico. Os sintomas típicos de infarto são aqueles que geralmente são característicos do que está acontecendo, e os atípicos são os que podem aparecer, mas são menos comuns.

Sintomas típicos

  • Dor no meio do peito – sensação de aperto, como se algo estivesse te sufocando. Essa dor no peito desce para o braço esquerdo, que também pode ter sensação de formigamento;
  • Náuseas;
  • Palidez e suor excessivo.;
  • Falta de ar;
  • Fadiga e sonolência;
  • Palpitações;
  • Fraqueza e ansiedade;
  • Vertigem.

Sintomas atípicos

O sintomas atípicos, ou seja, menos comuns, incluem, em conjunto com os sintomas típicos a presença de dor dos lábios inferiores até o umbigo – qualquer dor entre esses dois lugares pode caracterizar infarto.

Ao menor sinal desses sintomas de infarto, a pessoa deve se encaminhar imediatamente a um pronto-socorro se estiver acompanhado de alguém. Se estiver sozinho, deve se chamar a ambulância, também imediatamente. Quando o infarto ocorre, se o paciente for socorrido às pressas, as chances de recuperação são maiores.

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Insuficiência Cardíaca?

Insuficiência Cardíaca?

O que é insuficiência cardíaca?

 

A Insuficiência Cardíaca é uma síndrome clínica caracterizada por sintomas como falta de ar, inchaço no tornozelo e fadiga

causados por uma anormalidade na estrutura e função do coração, resultando na perda da eficiência da função do órgão. É uma via final para muitas doenças que afetam o coração.

É comum?

Esta doença afeta mais de 26 milhões de pessoas por todo o mundo, com mais de 3,5 milhões de pessoas diagnosticadas todos os anos. Com a idade o número de casos é cada vez maior, sugerindo que conforme a população envelhece, o número de novos casos pode aumentar.

Nos Estados Unidos, mais de 5 milhões de pessoas, ou quase 2,0% da população, possuem Insuficiência Cardíaca. Na Europa, estima-se que, no mínimo, 15 milhões de pessoas sejam acometidas.

É Grave?

A taxa de mortalidade anual dos pacientes com Insuficiência Cardíaca mais graves pode atingir até 75%, sendo comprovado em estudos que a mortalidade em cinco anos de acompanhamento é maior que em vários cânceres, inclusive de mama e próstata.

E no Brasil?

Segundo os dados do Sistema Único de Saúde, tivemos cerca de 398 mil internações por insuficiência cardíaca no ano de 2000 com 26 mil mortes. Essas internações correspondem a mais de 30% das internações e consumiram 33% dos gastos com doenças do aparelho circulatório. Configurando-se como a primeira causa de internação de pacientes com mais de 65 anos no SUS.
Estima-se que em 2025 o Brasil possua a sexta maior população de idosos do mundo, aproximadamente 30 milhões de pessoas e que a insuficiência cardíaca será a primeira causa de morte por doença cardiovascular no mundo.

 

 

 

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Fontes:

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia e American Heart Association

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Doença grave, mas pouco valorizada.

Doença grave, mas pouco valorizada.

Doença grave, mas pouco valorizada.

A Insuficiência Cardíaca é uma síndrome clínica marcada pela contratilidade ou relaxamento cardíaco prejudicados. É uma via final para muitas doenças que afetam o coração, como pressão alta, diabetes, doença aterosclerótica ( infarto) e síndrome metabólica.

Por que é grave?

A mortalidade dos pacientes com insuficiência cardíaca nos países industrializados é tipicamente de 10% a 25% por ano. Entretanto, dependendo da severidade, essa taxa pode ser tão baixa quanto 5% a tão alta quanto 75% por ano.
Em dados dos Estados Unidos, 6% a 21 % da população apresenta insuficiência cardíaca assintomática, proporção que aumenta com a idade. Em um estudo com estes pacientes, concluíram que 10% dos pacientes podem evoluir para insuficiência cardíaca com sintomas e 8% evoluem ao óbito ou internação por insuficiência cardíaca. A gravidade da Insuficiência Cardíaca pode também ser observada em dados de internação hospitalar recorrente. Dados dos seguros de saúde dos Estados Unidos indicam que 12% a 27% dos pacientes hospitalizados devido à Insuficiência Cardíaca são readmitidos dentro de 30 dias após sua hospitalização e a mortalidade por todas as causas atinge 12% no mesmo período.

Quanto custa essa gravidade?

Em 2013, a Insuficiência Cardíaca custou, nos Estados Unidos, mais de 30 bilhões de dólares ( mais de 110 bilhões de Reais). Este valor inclui custos com serviços de saúde, medicações e perda de produtividade.
Em um grande estudo, foi mostrado que 83% dos pacientes internam pelo menos uma vez em algum momento após o diagnóstico de insuficiência cardíaca. 43% são hospitalizados por 4 vezes e mais da metade por causas não relacionadas ao coração.

 

Os pacientes apresentam falta de ar, fadiga e retenção de líquidos e eventualmente acumulam líquido nos pulmões e inchaço nas pernas.

 

 

Tem tratamento?

Devido ao impacto na qualidade de vida, as metas de tratamento são melhorar os sintomas, prolongar a sobrevida e reduzir as internações hospitalares.
Diversos tratamentos com medicações ou não mostraram reduzir a taxa de hospitalizações e melhorar a mortalidade, mas ainda tem muito a ser aprimorado.

 

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Fontes:
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia e American Heart Association

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Quando a falta de ar é sintoma de problemas cardiológicos?

Quando a falta de ar é sintoma de problemas cardiológicos?

A falta de ar recorrente e sem motivo aparente, com certeza, é algum problema. Você deve estar sempre atento aos sinais que o seu corpo emite e tomar os cuidados necessários. 

Abaixo, estão indicadas algumas situações que podem ser resultado de problemas cardíacos. Se você se identificar com alguns desses sintomas ou situações, deve procurar urgentemente um médico cardiologista.

Situações ou sintomas de falta de ar

1 – Ao subir escada, ou fazer atividades simples

Se você sente dificuldade de respirar ao subir alguns degraus de escada ou simplesmente caminhar, isso pode ser sintoma de problemas cardiológicos como insuficiência cardíaca. Esse sintoma também pode ser resultado de doenças respiratórias ou baixo nível de oxigenação no sangue.

2 – Associada a suor frio

Preste bastante atenção nesse sintoma, pois, os principais sintomas de angina e infarto são dor no peito, formigamento e dor no braço (principalmente o esquerdo), falta de ar e suor frio.

Doenças

O quadro abordado neste artigo também pode estar associada a doenças cardíacas ou pulmonares, como as enumeradas a seguir.

1 – Doença pulmonar obstrutiva crônica

As faltas de ar associadas ao tabagismo ou a deficiências genéticas podem levar a um quadro crônico e progressivo. Nesse caso, os pulmões também são afetados.

2 – Pneumonia

Uma doença comum, porém perigosa, pois, se não tratada no início, pode se complicar e ser fatal. A pneumonia é uma doença respiratória causada por vírus, fungos ou bactérias e causa acúmulo de secreções dentro dos pulmões. A pneumonia pode provocar febre, falta de ar e dificuldade de respirar, tosse com secreção, além de arrepios e dores pelo corpo. A febre é sempre sinal de que algo no organismo está errado.

3 – Insuficiência cardíaca

Geralmente, a insuficiência cardíaca é consequência de outra doença como hipertensão, diabetes, doenças da tireoide, infarto entre outras. Os sintomas são:  dificuldade de respirar ou respiração muito curta, tosse, veias do pescoço aumentadas, desmaios, coração acelerado, inchaços principalmente nas pernas. 

 

Todas essas doenças relacionadas à falta de ar podem levar a uma complicação maior, portanto a dica é: procure um médico ao menor sinal e leve uma vida mais leve, com alimentação saudável, prática de atividade física e trabalhe a mente para fugir do estresse do dia a dia.

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Você sabe o momento certo de procurar um cardiologista?

Você sabe o momento certo de procurar um cardiologista?

Para entender a importância do cardiologista, o primeiro passo a ser dado é tentarmos entender como funciona o sistema cardiovascular.

Trata-se de um sistema que tem a finalidade de levar nutrientes a todo o corpo humano, do cérebro aos membros. Esse fluxo é feito através dos vasos sanguíneos. As artérias são os vasos responsáveis por levar oxigênio e nutrientes aos órgãos através do sangue. As veias levam o sangue de volta ao coração para ele ser oxigenado nos pulmões e reenviado às artérias, em um ciclo ininterrupto.

Observe que o coração é o centro desse sistema. Imagine um sistema de irrigação. O coração é a bomba. O que acontece quando a bomba falha, perdendo força e capacidade? Todo o sistema fica comprometido, não é verdade?

Isso explica porque as doenças cardíacas são a maior causa de morte no Brasil e no mundo. Os problemas cardíacos matam mais 360 mil pessoas anualmente no Brasil. É muita gente, não é mesmo? E você, certamente, não tem a menor intenção de fazer parte dessas estatísticas. Para isso, é preciso se cuidar, o que inclui adotar um estilo e vida que seja favorável à saúde do coração. Logo, conhecer o coração envolve a consulta com o cardiologista.

Primeira consulta

A questão é: quando fazer a primeira consulta? A recomendação é que a primeira consulta seja feita o quanto antes, mesmo quando você se sente jovem e saudável. Sempre é bom fazer uma investigação preliminar. Além disso, o especialista em cardiologia poderá ajudar o indivíduo com uma série de informações sobre como proceder quanto a prevenção contra transtornos, o que aponta para a alimentação e para a prática de exercícios físicos. Além disso, uma consulta enquanto jovem ajudará a identificar os riscos cardíacos do paciente.

Outro detalhe importante é o acompanhamento. Dependendo do paciente, as consultas auxiliares devem acontecer de forma regular e sistemática. Devem fazer a primeira visita regular aos 30 anos os homens que possuem histórico familiar de cardiopatias. Mulheres na mesma situação devem iniciar a rotina aos 40 anos.

Se não há fatores de risco identificados, a rotina deve ser iniciada aos 45 anos pelos homens e aos 50 anos pelas mulheres. Não obstante, há alguns sintomas que chamam a atenção. Cansaço e falta de ar quando o paciente submete o corpo a esforços físicos, assim como dores no peito em momentos de estresse.  Semelhantemente, dores de cabeça não identificadas por causas oftalmológicas ou neurológicas, são sinais de alerta de que pode haver algo errado com o coração. Nesses casos, procurar o cardiologista é recomendável em qualquer idade.

A obesidade é outra razão que deve antecipar a visita ao especialista, além do tabagismo e da má alimentação clássica, aquela à base de fast food, produtos industrializados e ricos em gordura.

Portanto, analise em que situação você se enquadra e procure o cardiologista. Esse especialista te ajudará no que for necessário.

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Hipertensão arterial: o que é e como tratar

Hipertensão arterial: o que é e como tratar

Milhares de pessoas são diagnosticadas com hipertensão arterial no mundo todo – doença que, se não for tratada, pode ocasionar complicações sérias, podendo resultar em morte. Ela é definida, segundo as novas diretrizes da sociedade norte americana de cardiologia, pela pressão arterial superior a 13/8 em duas ocasiões diferentes.

A seguir, aprenda um pouco a respeito desta doença e quais são as formas de tratamento indicadas pelos médicos.

Hipertensão arterial: a doença silenciosa

Este apelido de doença silenciosa não é à toa. Infelizmente a pressão alta é uma condição traiçoeira, isto é, não apresenta sintomas muito específicos.

Porém, alguns pacientes podem vir a apresentar tonturas, visão embaçada, sangramentos no nariz, dores na nuca, náuseas e vômitos.

Por isso, muitas pessoas acabam demorando bastante tempo para serem diagnosticadas, e quando descobrem o problema, já estão em condições perigosas.

A quantidade de pacientes hipertensos não é pequena. Trata-se de uma doença bastante comum e que no Brasil,  atinge 32,5% de toda a população. Pacientes idosos configuram 60% destes.

A hipertensão arterial é responsável por diversas outras complicações na saúde. Ela contribui direta ou indiretamente com 50% das mortes por doenças cardiovasculares.

Junto com o diabetes, suas complicações (cardíacas, renais e cerebrais) têm impacto elevado na perda da produtividade do trabalho e da renda familiar. Perda estimada em 4,18 bilhões de dólares entre 2006 e 2015.

Mulheres que estão grávidas devem manter um olhar ainda mais atento a pressão arterial, já que, durante a gestação é comum haver um desequilíbrio do organismo. A pressão alta na gravidez pode trazer danos graves para o feto, incluindo partos prematuros.

Assim, não procurar atendimento médico e não se tratar, pode levar o paciente a desenvolver complicações irreversíveis e com alto índice de mortalidade.

A boa notícia é que, na grande maioria dos casos, algumas atitudes simples e a adoção de hábitos saudáveis auxiliam na prevenção. Evitar situações de estresse e de risco, também é essencial para pacientes que apresentam a pressão alta.

Qual é o tratamento indicado para hipertensos?

O primeiro passo a ser dado por pacientes que são diagnosticados com hipertensão arterial, ou que desejam evitar essa doença, é buscar por uma alimentação mais saudável, minimizando principalmente o consumo do sal. O álcool e o tabagismo também podem desencadeá-la, assim como o excesso de gorduras e o sedentarismo.

Além destas medidas simples, o paciente diagnosticado talvez precise fazer uso contínuo de medicamentos desenvolvidos especialmente para essa finalidade. Atualmente, existem diversos tipos disponíveis e cada um se adapta a cada caso.

É importante salientar que a automedicação jamais pode ser o caminho escolhido, já que cada tipo de medicamento tem suas particularidades e indicações.

Interromper o tratamento por acreditar que a pressão já está controlada sem consultar o médico especialista, também é considerado como uma atitude de alto risco para a saúde.

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Quando procurar um cardiologista?

Quando procurar um cardiologista?

Segundo Organização Mundial da Saúde as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo, e no Brasil não é diferente conforme os dados do DATASUS.
Quando consideramos o impacto dessas doenças na vida dos pacientes e de suas famílias, a importância de uma prevenção bem feita aumenta ainda mais.

Mas quando procurar um cardiologista?

Existem alguns fatores de risco que estão intimamente relacionados com o surgimento das doenças cardiovasculares. Tabagismo, dislipidemia (colesterol e/ou triglicérides alterados), pressão alta, diabetes, obesidade abdominal, sedentarismo, dietas pobres em frutas e verduras e fatores psicossociais (principalmente estresse e depressão) estão entre os principais.
Não podemos esquecer do histórico familiar. Parentes próximos como os pais, irmãos, tios e avós devem ser lembrados quando pensamos em risco familiar. Quando algum desses familiares já apresentou um infarto, derrame ou morreu de repente, você pode ter um risco aumentado de também apresentar no futuro.
O risco de hipertensão, dislipidemia e diabetes também esta muito relacionado a genética.
Para esses casos uma avaliação após os 30 anos de idade para os homens e 40 anos para as mulheres seria bem indicada.
Pessoas sem esses fatores começam a ter um aumento no risco com o aumento da idade. Os homens devem procurar o cardiologista após os 45 anos e as mulher após os 50 anos. Essa diferença se deve aos hormônios femininos que agem como protetores até a menopausa.

E se sentir algo?

Os sintomas são sempre importantes. Às vezes até crianças precisam de uma avaliação dependendo do que sentem ou após um pediatra indicar.
Temos alguns sinais que são mais comuns como:

• Dores no peito, principalmente as relacionadas aos esforços ou picos de estresse.
• O cansaço ou falta de ar em repouso e aos esforços leves. Não esquecendo daqueles acordam com falta de ar ou precisam dormir com a cabeça elevada.
• Inchaço nas pernas, tornozelos ou pés.
• Palpitações, batimentos acelerados ou descompassados.
• Desmaios sem uma causa clara.
Estes são sintomas comuns a doenças do coração como o infarto, insuficiência cardíaca (coração fraco) e arritmias. Procurar um especialista nestas horas pode fazer a diferença de como o problema vai se desenvolver.

E quem já tem algum problema?

Aquelas pessoas que já possuem algum fator de risco ou já apresentaram alguma doença no coração devem fazer um acompanhamento regular, mesmo se não apresentar sintomas, no mínimo a cada 6 meses.
Pergunte ao seu médico quando deve voltar para reavaliação. Esse período pode variar a cada caso, dependendo de fatores pessoais como idade, estabilidade e gravidade da doença.
Na dúvida procure seu cardiologista.
Lembre-se, a prevenção é o melhor remédio.

Marque sua consulta com um cardiologista !

 

Posted by Dr. André Navarro in Todos