arritmia cardiaca

Arritmia cardíaca: sintomas

Arritmia cardíaca: sintomas

Muitas vezes, o coração dá pequenos sinais difíceis de perceber, entender e relacionar com doenças do coração, como a arritmia cardíaca. Por esse motivo, é de suma importância ficar muito atento ao seu corpo e dar a devida importância as mensagens que ele envia.

O que é arritmia cardíaca?

Também conhecida como disritmia ou palpitação, se trata de uma variação nos batimentos cardíacos. 

Quando o coração bate de forma muito acelerada, é denominado de taquicardia. Caso o batimento seja muito lento, recebe o nome de bradicardia.

O indivíduo que possui essa patologia pode sentir um desconforto com a mudança no ritmo ou ter a impressão de falta ou interrupção dos batimentos.

É possível sentir a arritmia na garganta, no pescoço ou no tórax. Além disso, ela pode ser benigna, causando apenas um desconforto, ou maligna, com risco de morte súbita. 

O distúrbio pode impedir que o coração bombeie a quantidade de sangue adequada para que as necessidades do corpo sejam supridas, levando a problemas.

A arritmia sustentada mais comum é a fibrilação atrial, caracterizada por batimentos irregulares e rápidos das câmaras superiores do coração. Ela é ocasionada por um distúrbio elétrico nos átrios, que pode fazer com que o sangue não circule da maneira correta.

Quando acontece essa irregularidade nos batimentos do coração, parte dele perde a capacidade de se contrair de forma eficiente, fazendo com que as contrações aconteçam desordenadamente (fibrilação) e afetando o bombeamento sanguíneo.

Calcula se que tenham 43,6 milhões de pessoas com fibrilação atrial no mundo. Um a cada três europeus acima de 55 anos apresentam essa arritmia.

Causas da arritmia cardíaca

Existem muitos fatores que podem levar uma pessoa a desenvolver a arritmia e o infarto está entre eles. Assim, pacientes que já passaram por esse quadro estão mais propensos a desenvolver a doença.

Abaixo, veja outros fatores que podem ocasionar a arritmia.

Diabetes

Os diabéticos têm mais chances de apresentar fibrilação atrial. A prevalência de fibrilação atrial é pelo menos duas vezes maior em pacientes com diabetes em comparação com pessoas sem diabetes

Drogas e medicamentos

Cocaína, ecstasy, crack e maconha podem causar diversos tipos de arritmias, inclusive levar ao óbito.

Alguns medicamentos descongestionantes e suplementos nutricionais também podem levar ao aceleramento do coração.

Estresse

Quando em excesso, o estresse pode deixar a pessoa mais propícia a desenvolver arritmias, como a fibrilação atrial.

Hipertensão

É o fator de risco mais comum associado ao surgimento de fibrilação atrial. Um paciente com hipertensão têm um risco 1,7 vezes maior de desenvolver essa arritmia em comparação com os normotensos.

Tabagismo

O uso do tabaco pode fazer com que o coração bata de forma acelerada (taquicardia sinusal).

Além disso, o cigarro pode causar doença coronariana, que pode levar a arritmias.

Sintomas da arritmia cardíaca

Os sintomas da arritmia não são contínuos, podendo surgir repentinamente, desaparecer e voltar depois. Os mais comuns, são:

  • Falta de ar;
  • Dores no peito;
  • Sentir o coração acelerado ou lento;
  • Suor excessivo;
  • Desmaio;
  • Palpitações;
  • Palidez;
  • Ansiedade;
  • Tontura.

Tratamento para arritmia cardíaca

Existem diversos tipos de tratamento para a arritmia cardíaca e a escolha do médico responsável será baseada no tipo, frequência e gravidade da patologia.

Abaixo, conheça alguns deles:

Ablação por cateter

Através da radiofrequência é realizada uma cauterização no tecido cardíaco responsável pela arritmia. Esse procedimento é feito com cateteres introduzidos no coração.

Cardioversão elétrica

Consiste em um tipo de choque elétrico dado no tórax, com o intuito de normalizar o ritmo normal do coração. Essa estratégia é usada quando os medicamentos não oferecem o resultado esperado ou a pessoa apresenta sintomas intensos ou risco de morte.

Implante de marcapasso

O marcapasso tem o objetivo de reparar os batimentos desordenados do coração, causados pela arritmia cardíaca, e isso ocorre através do estímulo elétrico do aparelho. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.

Posted by Dr. André Navarro in Todos
Arritmia cardíaca: prevenção e controle

Arritmia cardíaca: prevenção e controle

A arritmia cardíaca — também conhecida como palpitação — é a irregularidade dos batimentos cardíacos.

Essa doença pode ser benigna (causando apenas desconforto) ou maligna (ocasionando um alto risco de morte súbita). Ademais, também pode ser sintomática ou assintomática, e, com isso, notada ou não. 

O batimento irregular não possui capacidade suficiente para bombear o sangue para o corpo todo, podendo ocasionar problemas graves a sáude e até a morte.

Tipos de arritmia cardíaca

Normalmente, um coração descansado e sadio bate cerca de 50 a 100 vezes por minuto. Simplificando, há dois tipos de arritmias: bradicardia e taquicardia.

Bradicardia

A bradicardia é caracterizada pela pulsação de frequência mais baixas. Essa condição pode ser considerada normal em atletas de alto desempenho, mas não em uma pessoa que desempenha atividades normais.

Esse tipo de arritmia é causada devido a deterioração da função elétrica do coração, que é feita pelo nó sinusal.

Taquicardia

Já a taquicardia acontece quando a frequência dos batimentos cardíacos alcança a marca de mais de 100 vezes por minuto.

Em geral, quando este estado ocorre em situação de repouso, algo está errado. Além do mais, devido a esta descompensação cardíaca, o coração pode trabalhar em excesso.

No entanto, durante a prática de exercícios físicos ou após um estresse é comum que essa elevação ocorra.

Como prevenir a arritmia cardíaca?

A prevenção da arritmia cardíaca está relacionada diretamente ao que é feito para contornar os fatores de risco. Além do mais, para prevenir doenças do coração, é fundamental manter o controle da pressão arterial, manter uma alimentação saudável e balanceada, controlar a obesidade e incluir atividades físicas na rotina diária.

Outro fator primordial, é a visita regular ao médico cardiologista para uma identificação precoce de uma possível doença. Assim sendo, o paciente poderá tomar algumas atitudes apropriadas para os cuidados em relação à prevenção da arritmia.

Como controlar a arritmia cardíaca?

O controle da arritmia depende sobretudo da causa subjacente. O médico deverá lhe indicar a melhor opção para manter a arritmia controlada. Geralmente, esse controle é feito por meio de medicamentos.

Veja os cuidados que devem ser tomados fim de manter a arritmia controlada:

  • Tome todos os medicamentos exatamente como prescritos (dosagem, número de tomadas ao dia e tempo de tratamento);
  • Nunca pare de tomar qualquer medicamento prescrito sem antes consultar o seu médico;
  • Se você tiver quaisquer efeitos colaterais, informe o seu médico sobre eles;
  • Informe o seu médico sobre todos os seus outros medicamentos e suplementos, incluindo vitaminas e medicamentos de venda livre que porventura você esteja fazendo uso.

Certas substâncias podem contribuir bastante para um batimento irregular do coração, incluindo:

  • Cafeína;
  • Tabaco;
  • Álcool;
  • Medicamentos para resfriado e tosse;
  • Supressores de apetite;
  • Drogas psicotrópicas (usadas para tratar certas doenças mentais);
  • Antiarrítmicos (paradoxalmente, os mesmos medicamentos usados ​​para tratar a arritmia também podem causar arritmia;
  • Drogas, como cocaína, maconha e metanfetaminas.

A arritmia cardíaca possui diversas causas, entre elas estão a anemia, estresse, ansiedade, doença coronariana e doenças do músculo cardíaco. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia

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Arritmia cardíaca: o que é?

Arritmia cardíaca: o que é?

A arritmia cardíaca é uma condição caracterizada por alterações no ritmo dos batimentos do coração. Ela pode ser resultado de desequilíbrios no próprio órgão ou pode ser sintoma de problemas físicos ou psicológicos não necessariamente relacionados ao sistema cardíaco.

Não existe apenas um tipo de arritmia. Dentro das arritmias há a taquicardia, quando o ritmo é acelerado demais e a bradicardia, quando a cadência é muito lenta. Tanto uma quanto a outra são passíveis de agravamento e podem levar o coração a um colapso.

Em outras palavras, a arritmia cardíaca é um desbalanço rítmico do coração. É como se a sinfonia do órgão ficasse desajustada e desafinada. Quer saber um pouco mais sobre esse quadro de saúde? Leia o artigo completo e entenda melhor.

A arritmia é um problema sério?

Sim. A arritmia é uma condição clínica que demanda investigação e acompanhamento médico, afinal, a alteração no ritmo cardíaco compromete o bombeamento do sangue e, em alguns casos mais graves, pode até levar o indivíduo a óbito. Ao notar qualquer mudança nos batimentos do coração, é importante procurar o cardiologista o quanto antes.

Quais são os principais sintomas?

Os principais sintomas de arritmia cardíaca são as palpitações, fadiga, queda de pressão, desmaios, falta de ar, enjôos e vertigem. As manifestações podem variar de caso para caso, sendo mais brandas em alguns pacientes e mais severas em outros.

E os fatores de risco?

Há alguns fatores que predispõem indivíduos ao desenvolvimento de arritmia cardíaca, entretanto, apesar do risco ser aumentado em determinados grupos, não significa que quem tem um ou mais aspectos predisponentes vá desenvolver alterações no ritmo dos batimentos cardíacos.  Cumpre salientar que entre os principais fatores de risco estão o tabagismo, obesidade, apneia do sono, alcoolismo, distúrbios na tireoide, diabetes, hipertensão, estresse e influência genética.

Como prevenir?

A principal forma de prevenção é combater os fatores de risco controláveis, como por exemplo, se abster do cigarro e do álcool em excesso, além de praticar exercícios regulares e se alimentar de maneira saudável para evitar o sobrepeso, diabetes e hipertensão. Para diminuir as chances de desequilíbrio nos batimento cardíacos, uma vida leve e balanceada é essencial.

Como diagnosticar a arritmia cardíaca?

Para verificar se de fato os batimentos cardíacos estão descontrolados, procure o especialista. Além de exame físico, o cardiologista pode solicitar exames como ecocardiograma, eletrocardiograma, holter 24 horas e teste ergométrico. Com base na confirmação do diagnóstico, o tratamento adequado deve ser iniciado, de acordo com a arritmia apresentada.

O que fazer para tratar a arritmia cardíaca?

Um dos pontos determinantes no tratamento consiste em determinar a origem da arritmia cardíaca e os sintomas decorrentes desse balanceamento rítmico. Por exemplo, se a causa da arritmia for um problema na tireoide, o tratamento tende a ser melhor sucedido se houver acompanhamento para corrigir os problemas na glândula.

Além de agir sobre a raiz causa da arritmia, costuma ser necessário o tratamento farmacológico com medicamentos específicos, como anticoagulantes. Nos casos mais graves, pode ser preciso intervir com procedimentos mais invasivos, como ablação e cirurgia.

Quer saber mais sobre arritmia? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia.

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Arritmia cardíaca na gravidez: por que acontece?

Arritmia cardíaca na gravidez: por que acontece?

A gravidez é um período lindo, porém, traz consigo algumas reações corporais novas para as mulheres. É o caso das arritmias cardíacas. Muitas grávidas percebem que o coração que bate mais rápido, mesmo quando se está em repouso. Isso acontece porque esse órgão trabalha até 60% a mais quando a mulher está em período gestativo.

Durante a gestação, algumas doenças que surgem no corpo da mulher a acometem de forma mais grave do que o normal. Isso não é diferente para a arritmia cardíaca, entre outros problemas relacionados como hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca. Nesses últimos casos, o sangue pode ter “dificuldade” para chegar até a placenta, acarretando riscos para o feto, além de riscos para a mãe como infarto, acidente vascular cerebral e problemas renais.

Por que acontece a arritmia cardíaca?

A arritmia na gravidez é a doença cardíaca mais frequente e menos perigosa para a vida da mulher e do feto. Ela acontece porque, durante a gravidez, a quantidade de sangue bombeada pelo coração por minuto aumenta em até 50%. Há cerca de 2 litros de sangue a mais circulando pelo corpo da mulher para que o feto consiga obter mais nutrientes e oxigênio através da placenta. Nesse contexto, a frequência cardíaca em um período de repouso, pode chegar a 100 pulsações por minuto.

O que fazer?

É importante ressaltar que, para as mulheres que já possuem algum problema cardíaco antes da gravidez podem sofrer uma piora da condição. Já as que são plenamente saudáveis irão sentir mais palpitações, cansaço ou fadiga quando fizerem algum esforço físico mais intenso.

Por isso, o recomendável é procurar antes um cardiologista, já que muitos pacientes desconhecem que têm algum problema cardíaco. Então, um check-up é necessário antes da gravidez para que o médico acompanhe com cuidado as alterações cardíacas da paciente.

Apesar disso, é preciso esclarecer que o coração de uma mulher gestante passa a ser mais “forte” nesse período. Isso ocorre justamente para aguentar o aumento do ritmo cardíaco natural da gestação. Por isso, não há motivo para pânico ou decidir ficar sedentária, por exemplo.

Cuidado com a alimentação e peso

Além do check-up e acompanhamento cardíaco, outros fatores podem influenciar na saúde do coração da mulher nesse período. Por a mulher grávida também ter um aumento do volume de líquido no organismo (volume plasmático), as hemácias que transportam oxigênio para o sangue tendem a diminuir de tamanho, aumentando o risco de uma anemia. Por isso, o ferro e as vitaminas devem ser reforçadas nesse período.

Porém, é preciso tomar cuidado para não ganhar muito peso para não haver sobrecarga no músculo cardíaco, fazendo o coração trabalhar mais e provocar problemas como a arritmia. O ideal é engordar, no máximo, 10 quilos durante a gravidez.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia

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Arritmia cardíaca: sintomas, causas e tratamentos

Arritmia cardíaca: sintomas, causas e tratamentos

Arritmia cardíaca consiste em irregularidades no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos. Essa condição não necessariamente é perigosa, porém o paciente com tal diagnóstico precisa estar atento aos sinais.

Os batimentos normais em uma pessoa que não está fazendo exercício são de 50 a 100 por minuto. Em indivíduos que estão fazendo exercício ou outro tipo de esforço físico a frequência chegar a 200 por minuto. 

Já quando estamos dormindo, quando não é necessário tanto oxigênio para a circulação sanguínea, os batimentos diminuem. Esses valores são considerados normais. Fora dessa sentença, a condição é chamada de arritmia.

Vale lembrar, também, que os batimentos cardíacos podem subir caso a pessoa passe por algum momento de ansiedade, nervosismo, estresse, e outras disfunções.

Não existe apenas um tipo de arritmia. Dentro das arritmias há a taquicardia, quando o ritmo é acelerado demais e a bradicardia, quando a cadência é muito lenta. Tanto uma quanto a outra são passíveis de agravamento e podem levar o coração a um colapso.

Em outras palavras, a arritmia cardíaca é um desbalanço rítmico do coração. É como se a sinfonia do órgão ficasse desajustada e desafinada. Quer saber um pouco mais sobre esse quadro de saúde? Leia o artigo completo e entenda melhor.

A arritmia é um problema sério?

Sim. A arritmia é uma condição clínica que demanda investigação e acompanhamento médico, afinal, a alteração no ritmo cardíaco compromete o bombeamento do sangue e, em alguns casos mais graves, pode até levar o indivíduo a óbito. Ao notar qualquer mudança nos batimentos do coração, é importante procurar o cardiologista o quanto antes.

Quais são os fatores de risco?

Há alguns fatores que predispõem indivíduos ao desenvolvimento de arritmia cardíaca, entretanto, apesar do risco ser aumentado em determinados grupos, não significa que quem tem um ou mais aspectos predisponentes vá desenvolver alterações no ritmo dos batimentos cardíacos.  

Cumpre salientar que entre os principais fatores de risco estão o tabagismo, obesidade, apneia do sono, alcoolismo, distúrbios na tireoide, diabetes, hipertensão, estresse e influência genética.

Sintomas e tipos de arritmia cardíaca

Os principais sintomas de arritmia cardíaca são as palpitações, fadiga, queda de pressão, desmaios, falta de ar, enjôos e vertigem. As manifestações podem variar de caso para caso, sendo mais brandas em alguns pacientes e mais severas em outros.

Conheça abaixo quais são os tipos de arritmias cardíacas e como elas se manifestam no corpo do paciente. 

Taquicardias

Esse tipo de arritmia se dá quando os batimentos estão mais elevados que o comum. A pessoa pode sentir uma palpitação mais intensa, sensação de aperto e falta de ar.

Existem vários tipos com importância e gravidade variável. Com baixa importância clínica como as taquicardias sinusais, ritmo normal acelerado, até as taquicardias ventriculares que são potencialmente letais.

Bradicardia

É o contrário da taquicardia. Nessa condição, a pessoa apresenta uma diminuição dos batimentos cardíacos.

Alguns tipos de bloqueio geram uma atenção maior, pois pode ser necessário o implante de um marcapasso.

Extrassístoles

Sístole é a contração do coração, assim, seria uma contração extra. Sua importância esta relacionada a frequência e a doenças associadas ao quadro.

Em casos mais graves, pode predispor a taquicardias evoluindo a desmaios, convulsões, falta de ar e dor aguda no peito.

Arritmia sinusal

Esse tipo é mais comum em crianças e jovens, que é uma variação do normal. Os batimentos aceleram quando a pessoa inspira e desaceleram quando ela expira. Não é necessário tratamento, e essa condição normalmente é casual e não constante.

Possíveis causas

As origens podem variar de paciente para paciente, no entanto é fato dizer que as arritmias são causadas por desregulação dos impulsos elétricos responsáveis por controlar os batimentos cardíacos.

O que ocasiona esse mau funcionamento?

  • Insuficiência cardíaca
  • história de infarto do miocárdio
  • Presença de cardiomiopatias, miocardites e pericardites.

Essas são as causas em pacientes que já possuem alguma doença ou lesão no coração. Abaixo algumas causas que não estão ligadas ao mau funcionamento do coração.

  • Hipertensão
  • Anemia
  • Estresse
  • Ansiedade
  • Tabagismo
  • Alguns medicamentos que aceleram os batimentos cardíacos
  • Condição genética
  • Diabetes
  • Abuso de cafeína
  • Uso de drogas ilícitas como a cocaína
  • Mal funcionamento da tireoide
  • Idade avançada

Como prevenir?

A principal forma de prevenção é combater os fatores de risco controláveis, como por exemplo, se abster do cigarro e do álcool em excesso, além de praticar exercícios regulares e se alimentar de maneira saudável para evitar o sobrepeso, diabetes e hipertensão. Para diminuir as chances de desequilíbrio nos batimento cardíacos, uma vida leve e balanceada é essencial.

Como diagnosticar a arritmia cardiaca?

Para verificar se de fato os batimentos cardíacos estão descontrolados, procure o especialista. Além de exame físico, o cardiologista pode solicitar exames como ecocardiograma, eletrocardiograma, holter 24 horas e teste ergométrico. 

Com base na confirmação do diagnóstico, o tratamento adequado deve ser iniciado, de acordo com a arritmia apresentada.

Tratamentos

Um dos pontos determinantes no tratamento consiste em determinar a origem da arritmia cardíaca e os sintomas decorrentes desse balanceamento rítmico. 

Por exemplo, se a causa da arritmia for um problema na tireoide, o tratamento tende a ser melhor sucedido se  houver acompanhamento para corrigir os problemas na glândula.

Além de agir sobre a raiz causa da arritmia, costuma ser necessário o tratamento farmacológico com medicamentos específicos, como anticoagulantes. Nos casos mais graves, pode ser preciso intervir com procedimentos mais invasivos, como ablação e cirurgia.

Os tratamentos para a arritmia cardíaca variam de causa para causa. No entanto, medicamentos, como os antiarrítmicos, geralmente são prescritos para corrigir os batimentos. Em outros casos, são necessários marca-passos para normalizar os batimentos. Tudo depende do estado do coração e da saúde do paciente.

No mais, faça exames periódicos, evite o consumo excessivo de álcool, e não deixe de cuidar da sua saúde. Isso vai proporcionar maior qualidade de vida, além de reduzir o risco de arritmia cardíaca.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cardiologista em Uberlândia e Ipameri.

Posted by Dr. André Navarro in Todos